por paulo eneas
Poucas horas após o presidente norte-americano Donald Trump ter feito declaração oficial comunicando que os Estados Unidos passam a reconhecer Jerusalém como capital do Estado de Israel, a chancelaria tcheca emitiu um comunicado anunciando que a República Tcheca também passa a reconhecer a cidade santa como capital do estado israelense. No comunicado oficial, o governo tcheco informa também a intenção de transferir a embaixada do país de Tel Aviv para a capital israelense, Jerusalém.

Além da República Tcheca, o governo das Filipinas, chefiado por Rodrigo Duterte, também manifestou sua intenção de mudar a embaixada do país em Israel de Tel Aviv para a cidade santa, conforme informou nessa quarta-feira uma emissora pública de rádio israelense. Também há informações de que logo após o comunicado oficial de Donald Trump, outros países começaram a fazer consultas junto ao Ministério das Relações Exteriores de Israel com o mesmo objetivo: transferirem suas embaixadas para Jerusalém.

A decisão histórica de Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital do Estado de Israel tem causado em poucas horas um efeito que seguramente irá trazer para um novo patamar a disputa entre os globalistas e seus aliados comunistas e muçulmanos de um lado, e as forças políticas que querem preservar a civilização ocidental de outro.

Mais do que uma formalidade quanto à localização da sede de uma embaixada, a disputa diplomática que irá abrir-se agora no mundo inteiro em torno de Jerusalém servirá para mostrar o quão acertada e correta foi a decisão de Donald Trump, ao contrário da canalhice que vem sendo afirmada por pseudo-analistas e pseudo-especialistas em assuntos internacionais da grande imprensa.

União Europeia deixa claro que irá manter-se contra Israel
Por sua vez, Federica Mogherini, burocrata que não foi eleita por ninguém para chefiar a entidade globalista e pró-islâmica que governa de facto o continente europeu, a União Europeia, afirmou que a posição da entidade continuará inalterada e que seus estados-membros
continuarão a respeitar o consenso internacional sobre Jerusalém.

A tradução da retórica diplomática empolada da chefe globalista europeia é simples e direta: a entidade continuará dando respaldo à pretensão descabida e ilegítima das teocracias muçulmanas do Oriente Médio de exercer alguma posse ou controle de soberania sobre a cidade judaica e israelense de Jerusalém, conforme tratamos no artigo Decisão Histórica: Donald Trump Anunciará Mudança Da Embaixada Americana Em Israel Para Jerusalém, publicado nessa quarta-feira.

A manutenção já esperada da posição política dos chefes globalistas europeus em relação ao status de Jerusalém está em linha com o posicionamento histórico que eles têm tido no sentido de proteger seus aliados muçulmanos e procurar de todas as formas enfraquecer e deslegitimar o Estado de Israel.

Essa posição hostil em  relação a Israel vinha prevalecendo de modo hegemônico até aqui no cenário geopolítico internacional, tanto da União Europeia quanto de sua entidade globalista-mãe, a ONU. A decisão de Donald Trump tem o enorme significado de quebrar essa hegemonia e dar início a uma virada do jogo em favor de Israel e do Ocidente, e contra os globalistas e seus aliados muçulmanos e comunistas.

Com a colaboração de Angelica Ca e informações de The Times Of Israel, Pamela Gellar, News Alert Breaking News, The Mirror. #CriticaNacional #TrueNews.


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