por paulo eneas
A Polônia é um dos bastiões de resistência aos comunistas-globalistas pró-islâmicos que governam todo o continente europeu a partir da União Europeia. Desde a chegada da direita ao poder no país em 2015, o governo polonês vem tomando medidas que vão na contramão das políticas globalistas do bloco europeu, especialmente em relação à imigração islâmica, que na verdade é uma invasão civilizacional.

Essas medidas, que têm gerado pressões por parte do bloco globalista, contam com o apoio e endosso da maioria da população, que em tempos recentes tem expressado por meio de manifestações massivas seu repúdio ao comunismo e a reafirmação da índole cristã do país.

Estas pressões dos burocratas europeus aumentaram recentemente por conta de mudanças que têm sido feitas no sistema judiciário polonês. Segundo o governo e a maioria governista do parlamento, essas mudanças são necessárias para combater a corrupção no judiciário do país e para eliminar os vícios herdados do período comunista. Os burocratas não eleitos que governam de facto o bloco europeu alegam que tais mudanças ferem os princípios supostamente democráticos e de respeito aos direitos humanos que regem o bloco globalista.

É evidente que essas alegações não passam de retórica para dar pretexto à elite comunista-globalista europeia de fazer ingerência nos assuntos internos e na soberania polonesa. No dia quinze desse mês estas pressões traduziram-se em ameaças concretas: a chefe do governo alemão Angela Merkel afirmou que seu país pode endossar a aplicação do Artigo 7o do Tratado da União Europeia contra a Polônia.

Esse artigo, chamado de opção nuclear, prevê sanções duras e pesadas contra estados-membros que supostamente venham a ferir o que os globalistas chamas de valores europeus. O artigo nuclear prevê sanções econômicas e suspensão do direito de voto do país nos órgãos da União Europeia, e contém dispositivos que atentam contra a soberania do estado-membro, como o sequestro e congelamento de fundos financeiros.

Ao invocar o endosso ao artigo nuclear, Angela Merkel foi seguida pelo seu pupilo francês Emmanuel Macron que, conforme esperado, afirmou estar pronto para cumprir as ordens de sua chefe alemã e também votar a favor das sanções contra a Polônia. A Suécia e a Itália também manifestaram-se a favor das sanções, cuja aplicação efetiva depende da aprovação unânime dos estados-membros da bloco.

No entanto, Hungria e República Tcheca já deixaram claro seu posicionamento contrário a adoção desta medida, e usarão seu poder de veto. Os países da antiga cortina de ferro constituem-se hoje na principal força política de resistência ao hegemonismo globalista pró-islâmico e anti-soberanista do bloco europeu chefiado pelos alemães.

O fato é que enquanto o lado ocidental do continente dobra-se à chantagem dos globalistas e escancara suas fronteiras para a invasão muçulmana, o países do lado leste que experimentaram os horrores do comunismo no período soviético resistem à agenda esquerdistas globalista e pró-islâmica. Esta resistência encontra na Polônia e na Hungria seus principais expoentes, pois ambos os países têm reafirmado sua disposição de defender e preservar os fundamentos judaico-cristãos da civilização a que pertencem.

Colaboração de Angelica Ca pela editoria internacional. #CriticaNacional #TrueNews


 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE