por paulo eneas
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou projeto de lei que dá o nome de Dona Marisa Letícia a um viaduto recém-construído na capital paulista. A escolha desse nome para o novo logradouro constitui-se numa afronta aos paulistanos, uma vez que não há nada que justifique essa escolha. A Sra. Marisa Letícia nunca fez rigorosamente nada pela cidade, exceto ter uma vez insultado os paulistanos com uma frase obscena durante um panelaço de protesto. 
O prefeito da cidade, o tucano socialista fabiano João Doria, teve quinze dias de prazo para exercer seu poder legal de veto e barrar a lei, mas não o fez.

A atitude de omissão para favorecimento dos petistas por parte de João Doria é coerente com sua trajetória política, que ficou evidenciada ao longo desse seu primeiro ano à frente da prefeitura paulistana: amigo de petistas graúdos, João Doria tem feito uma gestão marcada pela adesão plena à agenda da esquerda globalista em diversas áreas da administração e pela manutenção de certas diretrizes políticas de seu antecessor e amigo petista, a quem sempre elogiou, ao mesmo tempo em que exerce uma retórica anti-lulista oca e demagógica, destinada unicamente a iludir os mais incautos.

O gesto covarde de João Doria, que deixou para o prefeito interino a missão de sancionar a lei, não representa uma surpresa para nós do Crítica Nacional. Há mais de um ano, antes mesmo do tucano tomar posse, já alertávamos do embuste esquerdista que ele representaria e que representa, como os fatos têm demonstrado. Mas quem tem obrigação hoje de retratar-se com seu público, e ainda não o fez, são os setores supostamente conservadores formados por inteligentinhos que, apresentando-se como conservadores com lastro e membros da finada nova direita, ironizavam aqueles que, como nós, diziam que João Doria era um típico socialista fabiano.

O termo socialista fabiano, por sinal, chegou a ser motivo de chacota por parte desses mesmos inteligentinhos, que viam no tucano um potencial líder de uma imaginária nova direita. Ora, não é preciso ter carteirinha de membro da Fabian Society para implementar políticas da esquerda globalista, assim como ninguém precisa ser filiado a um partido comunista para tornar-se agente de um programa revolucionário. Os inteligentinhos do suposto conservadorismo com lastro deveriam saber disso, e se sabem e negam essa informação a seu público, é por desonestidade intelectual ou interesses escusos.

A lição que os paulistanos estão aprendendo com João Doria é a de nunca mais confiar em tucano como antagonista de petista, pois esse antagonismo nunca existiu, como sempre alertamos aqui. Tucanos e petistas são duas faces de uma mesma moeda, ou duas lâminas de uma mesma tesoura, destinada a implantar, em ritmo e compasso às vezes distintos, um mesmo projeto de natureza esquerdista que vai na contramão da índole e da vocação da maioria dos brasileiros. A gestão do socialista fabiano João Doria na capital paulista e seu gesto covarde em relação ao nome do viaduto, para não desagradar aos petistas, são evidências inequívocas disso. #CriticaNacional #TrueNews



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