por paulo eneas
O tema da renovação política começou a ganhar atenção de parte da opinião pública, e junto com essa ideia de renovação começaram a surgir os oportunistas que, aproveitando-se da justificável insatisfação e descrédito da maioria da população com a classe política, passam a usar o termo renovação como palavra-gatilho para simplesmente oferecer mais do mesmo, sob roupagem nova.

Em tempos recentes temos observado o surgimento de entidades e ONGs ligadas a grandes grupos globalistas que, sob pretexto de incentivar a renovação política e a capacitação de futuras lideranças, estão na prática tentando promover a instrumentalização de futuros mandatos parlamentares. Consideramos ser necessário até mesmo investigar a legalidade dessas iniciativas, pois um parlamentar deve prestar contas unicamente a seus eleitores e não a grupos de interesse que o financiam direta ou indiretamente. 

A renovação política que o país precisa não é uma abstração. Somente faz sentido falar em renovação política se esta for traduzida em um conjunto de propostas e compromissos com um programa que expresse as reais necessidade de mudança que o país precisa, e que não são de modo algum meramente retóricas ou de gestão pública.

A renovação que de fato o país precisa
Renovação real diz respeito a um programa de defesa da soberania nacional, um programa que assegure o direito de defesa da vida e da propriedade. Diz respeito a um programa que proponha e execute uma completa reformulação de nosso sistema educacional, jogando fora todo o lixo ideologizante do construtivismo que há décadas emburrece a população. 

Renovação política de fato significa propostas concretas de redução do Estado, de mais capitalismo e fim de todo assistencialismo estatal. Significa rever o papel constitucional de órgãos aparelhados pela esquerda como o Ministério Público, e a mudança de critérios para composição do STF, bem como o fim da vitaliciedade dos integrantes de ambas as instituições. Significa reconhecer a meritocracia como único mecanismo legítimo de ascensão social.

A renovação real que o país precisa passa por uma guinada completa na sua política externa, pondo um fim à diplomacia de anão, um fim à submissão de nossas políticas públicas às diretrizes da ONU até o rompimento total e o não-reconhecimento dessa entidade globalista a serviço do projeto da Nova Ordem Mundial. Renovação de fato significa alinhamento geopolítico com o governo dos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump e a defesa intransigente do Estado de Israel.

Renovação de verdade significa retirar o Brasil de acordos multilaterais de comércio, pois tais acordos nunca representaram garantia alguma de livre comércio. Significa dizer não às tentativas de imposição de políticas imigratórias pró-islâmicas por parte de lobbies globalistas e comunistas, bem como dizer não às políticas igualmente globalistas de open borders e ambientalistas.

Renovação de verdade, e não engodo e demagogia
É importante ter em mente que pretensos candidatos que venham apresentarem-se com discurso de renovação política falando apenas genericamente em combater corrupção, sem assumir compromissos claros com os pontos esboçados acima, estarão apenas usando da retórica da renovação para assegurar que tudo continue exatamente como está, apenas com personagens novos.

Da mesma forma, não haverá renovação política alguma com futuros parlamentares que venham a estar instrumentalizados e comprometidos com entidades e ONGs globalistas supostamente renovadoras, mas que na verdade estão apenas procurando reformular a imagem de um sistema para assegurar a manutenção do status-quo. #CriticaNacional #TrueNews


 

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