por paulo eneas
O Ministro da Fazenda Henrique Meirelles afirmou em entrevista a uma emissora de rádio nessa quinta-feira que é necessário que as pessoas que ocupem cargos relevantes tenham experiência. A fala do ministro tem um alvo certo, e vem somar-se a onda de ataques coordenados que parte expressiva da classe política e da grande imprensa vem fazendo nos últimos dias contra o pré-candidato da direita. Usando de dissimulação, o ministro na verdade sugere que o próximo presidente seja do establishment político.

Em nosso entender, Henrique Meirelles deveria abster-se de fazer declarações políticas, pois essa atitude é prejudicial ao país em função da relevância do cargo que ele ocupa. Se ele quer entrar na disputa eleitoral, que peça então exoneração do cargo e venha para a arena política como cidadão comum, e não como agente do Estado. O que não podemos mais aceitar é a repetição da velha prática política de ocupante de função de Estado valer-se dessa posição, seja de ministro ou de procurador, para fazer disputa política.  

A experiência que realmente importa é outra
Quanto à relevância da experiência, o ministro está apenas repetindo a falácia de burocratas, que confundem escolhas políticas com a escolha dirigente de empresas, como por exemplo a de executivo-chefe da JBS, que o ministro conhece muito bem. O que importa na escolha do próximo presidente da república não é sua experiência, no sentido insinuado pela fala do ministro. Afinal, experiência em quê? Em fazer a velha política do toma lá da cá?

O que importa saber que compromissos e que programa político o postulante irá assumir. Importa saber se o próximo presidente ira defender a soberania nacional ou se continuará a submeter o país aos interesses da esquerda globalista internacional. Importa saber se o próximo presidente irá de fato, no âmbito de suas atribuições, promover uma política efetiva de segurança pública que inclua devolver aos cidadãos o direito de posse e porte legal de armas, ou se continuará com políticas esquerdistas que resultam na proteção dos criminosos e dezenas de milhares de homicídios anuais.

Importa saber se o próximo presidente irá assegurar a lei e a ordem no campo, como a Constituição Federal determina, ou se continuará repassando recursos públicos para organizações terroristas como o MST. Importa saber se próximo presidente irá reverter a diplomacia de anão da era petista mantida pelo atual governo brasileiro, do qual o ministro obviamente faz parte. Ou se irá fazer o Brasil passar a ter uma política externa soberana em defesa dos reais interesses da nação, rompendo com anos de uma submissão vergonhosa de nossa diplomacia às diretrizes de burocratas não eleitos da ONU alinhados com regimes de ditadura e teocracias muçulmanas do resto do mundo.

Estas são as questões de fato relevantes que deverão nortear a escolha do próximo governante que, uma vez eleito, seguramente irá escolher as pessoas capacitadas e experientes o bastante para implementar essas políticas. O ministro deveria, portanto, retratar-se da afirmação estúpida que fez, pois reflete a sua a incompreensão, ainda que aparente, do que realmente vai estar em jogo na disputa, que vai muito além de uma retórica de burocrata quanto a ter experiência em práticas políticas que a maioria dos brasileiros rejeita e condena. #CriticaNacional #TrueNews


 

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