por paulo eneas
O TSE decidiu dar um tapa na cara dos eleitores brasileiros ao organizar um pregão, cuja legalidade já é questionada, para aquisição de impressoras. A empresa melhor colocada para vencer o pregão é a Smartmatic, a mesma empresa já acusada e condenada por praticar fraudes eleitorais em outros países, inclusive na Venezuela, como admitiu em Londres meses atrás em um de seus ex-diretores.

O TSE decidiu entrar em disputa de queda de braço com a sociedade brasileira e com a própria legislação eleitoral, ao decidir não cumprir a lei que obriga a adoção do voto impresso em todas as urnas. O tribunal está deliberadamente jogando o processo eleitoral na ilegalidade, inclusive ao permitir a participação de uma empresa criminosa em um pregão ilegal para aquisição de impressoras.

Em nosso entender, se o TSE prosseguir na sua decisão política de levar as eleições para o campo da ilegalidade, inclusive por recusar-se a cumprir a lei do voto impresso, as Forças Armadas Brasileiras deverão cumprir seu papel institucional e tomarem para si a condução do processo eleitoral, assegurando a lisura e a transparência do pleito, para que a vontade soberana da maioria dos brasileiros seja respeitada.

As Forças Armadas Brasileiras, na condição de instituição mais respeitada e prestigiada do país, possuem toda a legitimidade e respaldo necessário para tomarem para si a condução do processo eleitoral, caso fique evidenciada a disposição do TSE em não cumprir a lei, e em permitir que uma empresa condenada por fraudes eleitorais participe do processo. As atitudes tomadas pelo TSE implicam também que seus membros devem não apenas ser afastados do processo eleitoral, como julgados por crime de traição e de lesa-pátria. #CriticaNacional #TrueNews


 

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