por paulo eneas
Existe uma onda de difamação e ataques a Jair Bolsonaro e a seus apoiadores, tanto por parte da esquerda quanto por parte de segmentos da minúscula elite intelectual supostamente conservadora, que usa punhos de seda e acredita possuir certificado de conservadorismo com lastro. Uma das formas desse ataque é o uso repetitivo da expressão salvador da pátria para fazer referência a um suposto papel que Jair Bolsonaro atribuiria a si mesmo, ou que seus apoiadores supostamente atribuem a ele.

A expressão salvador da pátria foi inventada pelos detratores com a finalidade de atribuir ao líder da direita um traço caricatural e de viés autoritário que ele nunca nem jamais revindicou para si. O uso dessa rotulagem, portanto, constitui-se em elemento de guerra política ancorado na técnica da repetição incessante da mentira até que ela pareça verdade. Técnica essa usada largamente pelos comunistas, mas que alguns segmentos da intelectualidade supostamente de direita e lastreados usam sem qualquer pudor.

No artigo abaixo, escrito em junho do ano passado, discorremos mais detidamente sobre esse tema. O artigo mantém-se atual, pois lá já antecipávamos com acerto o cenário de guerra política que está sendo desenhado nesse momento. A única mudança desde então diz respeito ao campo da esquerda, incluindo a socialdemocracia: em junho do ano passado, o nome de João Doria era dado como líquido e certo para ser o arremedo de Emmanuel Macron brasileiro.

Com o naufrágio das ambições presidenciais do prefeito socialdemocrata paulistano, o segmento da intelectualidade supostamente de direita e com lastro encontra-se órfão nesse momento, e em busca de um novo fabiano de retórica antipetista para chamar de seu. Enquanto fazem essa busca, esse segmento prossegue prestando um serviço à esquerda ao detratar o único nome viável e eleitoralmente competitivo da direita, e fazem isso usando as ferramentas de guerra política que a esquerda lhes deu de presente. #CriticaNacional #TrueNews 

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