por paulo eneas
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump fez na última sexta-feira em Washington um pronunciamento histórico aos líderes e organizadores da Marcha Pela Vida, o mais importante evento pró-vida e anti-aborto que ocorre anualmente nos Estados Unidos. Foi a primeira vez que um presidente norte-americano dirigiu um pronunciamento diretamente aos participantes da marcha, expressando seu apoio e endosso à causa pró-vida nos Estados Unidos.

Em sua fala o presidente lamentou que nos Estados Unidos, assim como na Coreia do Norte e na China, é possível fazer um aborto já em estado avançado de gestação. Lembrou que no entanto apenas cerca de doze por cento da população americana é favorável ao aborto, e que os americanos estão tornando-se cada vez mais um povo pró-vida. Donald Trump reafirmou que sob seu comando, o governo americano irá sempre defender o primeiro direito que consta da Declaração de Independência dos Estados Unidos da América, que é o direito à vida.

A Marcha Pela Vida, juntamente com o pronunciamento do presidente americano, coincide com a aprovação pela congresso americano de uma lei destinada a proteger as crianças sobreviventes de tentativas de aborto. A lei, denominada Born Alive Abortion Survivors, estabelece que as clínicas de aborto passam a ser obrigadas a adotar medidas para salvaguardar a vida dessas crianças sobreviventes da tentativa de assassiná-las por meio do aborto. 

Na mesma pauta pró-vida, o Senado americano votará nos próximos dias uma lei proibindo em todo país o aborto após cinco meses de gestação. Donald Trump conclamou o Senado a aprovar ambas as leis, comprometendo-se em público a sancioná-las.

A Marcha Pelo Vida ocorre anualmente desde 1973 em Washington, em protesto pela decisão tomada pela Suprema Corte naquele ano. A decisão, que passou a ser conhecida como caso Roe versus Wade,  criou uma jurisprudência legalizando a prática do aborto no país. A legalização do assassinato de fetos nos Estados Unidos, portanto, não resultou de uma decisão do poder legislativo, mas de um evento de ativismo judiciário ideologicamente motivado, praticado pela instância máxima de justiça do país.

Levantamentos feitos por entidades pró-vida mostram que a prática do assassinato de fetos não é disseminada de maneira homogênea nos Estados Unidos. Esses levantamentos indicam que as mulheres negras respondem por mais da metade do total de abortos feitos anualmente em território americano, apesar de os negros corresponderem a apenas cerca de doze por cento da população norte-americana.

Um dos fatores que explica essa discrepância é o fato de os negros formarem o segmento alvo preferencial das ações políticas e de engenharia social por parte da poderosa e rica esquerda norte-americana, especialmente através de suas ONGs. Por exemplo, a Planned Parenthood, empresa que lucra com o assassinato de fetos e venda de partes dos corpos fetais, tem muitas de suas clínicas instaladas em bairros de concentração de população negra. #CriticaNacional #TrueNews