por paulo eneas
Existe um mito na crônica política segundo o qual os processos eleitorais e de disputa de poder sempre convergem para o centro. E aqui empregamos a palavra mito não seu sentido original clássico, de uma construção imaginária fundadora e unificadora de uma dada realidade histórica, mas no sentido banal que a palavra também tem português: o de mentira.

A ideia de um centro político para o qual convergem as posições em disputa não corresponde à realidade do jogo de poder que ocorre nos últimos anos no mundo ocidental. Um jogo que ocorre entre globalistas e seus aliados e serviçais comunistas e islâmicos de um lado, e os defensores das soberanias nacionais e dos fundamentos da civilização ocidental de outro. Esse jogo repete-se hoje no Brasil, e alguns dos atores ou players estão claramente colocados.

De um lado tem-se o nome de Jair Bolsonaro representando uma nascente direita conservadora defensora da soberania nacional, do direito à vida e à sua defesa e dos valores fundamentais abraçados pela maioria dos brasileiros, que é de índole cristã. E de outro temos a esquerda, desde os socialistas fabianos representados pelo PSDB e seus satélites até os comunistas revolucionários petistas ou não, ainda em busca de um nome e até mesmo de uma estratégia para fazer frente à inequívoca ascensão da direita nacional.

Uma parcela do estamento burocrático representada pela ala tucana em torno do governador paulista Geraldo Alckmin parece já ter percebido que enfrentamento com a direita terá que ser feito pela esquerda, razão pela qual o governador vem flexionando seu discurso nessa direção e até mesmo endossando o novo slogan adotado por seu partido, que diz PSDB: Esquerda Pra Valer.

Outra parcela do estamento ainda aposta na velha estratégia de apresentar um suposto centro político que iria contrapor-se tanto à esquerda quanto à direita, usando a falácia e o truque de tentar comparar e igualar Jair Bolsonaro a Lula. Uma intenção que ficou explicitada  no editorial do jornal O Estado de São Paulo do último domingo, e que cuja íntegra pode ser lida nesse link aqui. Iremos comentar esse editorial e as falácias nele contidas em uma transmissão ao vivo nessa terça-feira à noite.

Não temos elementos para afirmar qual das duas estratégias do estamento burocrático e das esquerdas irá prevalecer: se será a estratégia da esquerda camuflada de centro ou da esquerda apresentado-se como tal, “pra valer”, como diz o slogan tucano.

Importa é ter claro que a disputa nessas eleições irá ocorrer entre, de um lado, a continuidade das políticas de esquerda progressistas e globalistas que prevaleceram no país nos últimos vinte anos de governos tucano-petistas, e de outro lado a resposta da direita conservadora contra essas políticas, apresentando alternativas que representem o resgate da soberania nacional e a defesa e a proteção da vida dos brasileiros. Nada diferente, portanto, do que vem ocorrendo no do mundo ocidental nos últimos anos. #CriticaNacional #TrueNews


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