por paulo eneas
O cenário político nacional é complexo e altamente desafiador. As complexidades e as dificuldades são de tal ordem que exigirão dos brasileiros de bem um esforço quase sobre-humano para sobreporem-se a elas e vencer. Mas nunca foi afirmado em lugar algum que seria fácil derrotar o Foro de São Paulo, os globalistas e o estamento burocrático corrupto. Nem jamais afirmou-se que essa derrota seria imposta de uma vez só por meio de um único fato político ou eleitoral.

No entanto, reconhecer essas imensas dificuldades, e ter ciência de nossas limitações e precariedades de meios de ação, não significa de modo algum abdicar de lutarmos pela nossa soberania e contra o comunismo. Da mesma forma, dispor-se a lutar não significa de modo algum vender ilusões. O fato é que os brasileiros de bem não têm o direito de darem-se ao luxo de desistir de seu país, sob o pretexto de que está tudo dominado e de que não há mais nada a fazer. Ao contrário, há muito o que fazer. Em primeiro lugar, é preciso ter foco.

E esse foco ao nosso ver é um só: exigir e demandar, por todos os meios legítimos que tivermos em mãos, que as próximas eleições ocorrem de acordo com a lei. A defesa da legalidade das eleições tem que ser a nossa bandeira prioritária para o curto prazo. Esta deve ser a bandeira para todas as nossas ações daqui para frente, tanto na esfera jurídica quanto principalmente para as mobilizações de rua. A defesa da legalidade das eleições significa:

a) Não aceitar nem permitir em hipótese alguma que condenados pela justiça venham a concorrer a qualquer cargo eletivo.

b) Não aceitar em hipótese alguma a participação da venezuelana Smartmatic ou qualquer outra empresa sabidamente associada à prática de fraudes em votação eletrônica.

c) Exigir que a lei do voto impresso seja cumprida, assegurando o mecanismo de impressão em todas as seções e urnas eleitorais do país, que deverão estar providas de urna de luna e cédula de papel para o caso de falha técnica ou falta do mecanismo eletrônico de votação e de impressão, como já determina jurisprudência do próprio TSE.

d) Exigir a transparência do processo de apuração, que deverá ser pública e aberta, não sendo admitida em hipótese alguma a apuração secreta.

Entendemos ser essa a nossa pauta prioritária doravante. E estamos suficientemente seguros da correção dessa pauta para afirmar que a recusa em abraçá-la, sob que pretexto for, deve ser entendida como ato de traição à pátria por parte daqueles que, acreditando serem mais realistas que o rei, terminam na prática fazendo exatamente o que as esquerdas querem:  levar o processo eleitoral para a ilegalidade, e dessa forma fazer com que dissemine-se o descrédito junto à opinião pública.

Não podemos cometer o erro primário de subestimar a inteligência dos estrategistas da esquerda e dos globalistas: eles sabem que se as eleições transcorrerem na forma da lei e com elevada adesão dos eleitores, eles serão derrotados e a direita irá sagrar-se vencedora. E justamente por terem ciência desse fato, os comunistas e globalistas apostam na ilegalização e na desmoralização do processo, o que resultaria no desânimo e no descrédito generalizado.

E para isso, a esquerda conta com a ajuda, involuntária ou não, de certas figuras da própria direita que vêm disseminando o descrédito e o desânimo, em uma pseudo-celebração da derrota antecipada. Mas esses profetas da desesperança estão errados em suas análises e poderão ser derrotados e desmascarados, junto com a escória de esquerda a quem estão servindo, ainda que involuntariamente, se os brasileiros de bem assim o decidirem, se arregaçarem as mangas e decidirem ir para as ruas para defender nossa pátria e nossa soberania. #CriticaNacional #TrueNews


 

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