por paulo eneas
A justiça federal determinou nessa quinta-feira a suspensão da Medida Provisória No 819/2018 assinada por Rodrigo Maia durante exercício interino da Presidência da República, e que autorizava a doação de R$790 mil do governo brasileiro para os grupos terroristas que controlam os territórios israelenses de Judeia e Samaria, que a imprensa ocidental chama de Cisjordânia, sob a fachada de uma eufemística Autoridade Palestina.

O dinheiro dos brasileiros seria enviado para supostamente pagar as obras de restauração da Basílica do Santuário da Natividade, na cidade de Belém, na Samaria. No entanto, conforme denuncia o empresário Roberto Grobman em vídeo publicado no dia 26 de janeiro e reproduzido abaixo, as obras de restauração já foram concluídas em dezembro do ano passado, conforme relata o próprio padre da Basílica.

O dinheiro que seria enviada pelo governo brasileiro para a Autoridade Palestina teria então outro destino, que é o mesmo destino dos milhões de dólares que essa entidade, controlada pela Organização Terrorista Al Fatah, recebe todos os anos do mundo inteiro, incluindo a ONU: financiar atividades terroristas contra o Estado de Israel e contra o restante do mundo ocidental. O uso de lugares cristãos como suposto destino dos recursos recebidos pode ser uma forma adicional que Al Fatah encontrou para obter mais financiamento para suas atividades terroristas.

Uma Brevíssima História da Al Fatah & O Maior Erro do Estado de Israel
A Organização Terrorista Al-Fatah foi criada no final dos anos cinquenta por um grupo liderado pelo agente da KGB soviética nascido no Egito de nome Yasser Arafat. O objetivo da organização era, e ainda é, promover atos de terrorismo e ações visando a destruição do Estado de Israel. Desde sua criação, a Al Fatah tornou-se uma das principais e mais violentas organizações terroristas de todo o mundo. Pode-se afirmar que de certa forma a Al Fatah inaugurou a era do terrorismo islâmico moderno.

A Al Fatah foi a responsável pela invenção do povo palestino, durante um congresso da entidade em Paris logo após sua criação. O termo palestino passou então a ser usado para designar os jordanianos das regiões israelenses de Samaria e Judeia (chamadas de Cisjordânia), além da Faixa de Gaza, que não aceitaram, ou foram proibidos de aceitar pela força do terror, viver sob a soberania do Estado de Israel.

Para reforçar a narrativa sobre o fictício povo palestino, a Al Fatah passou a adotar no Ocidente a designação pública de OLP: Organização para Libertação da Palestina. Os jordanianos das regiões acima mencionados passaram ser chamados de palestinos e foram impedidos de estabelecerem-se na Jordânia. Desta forma, criou-se uma massa de apátridas controlados por terroristas muçulmanos e que servem de escudo humano para o terrorismo diário contra Israel.

A partir de 1994 a Al Fatah-OLP assumiu o controle parcial das regiões da Judeia e Samaria, e passou a designar-se Autoridade Palestina. Esse controle resultou dos chamados Acordos de Oslo, um conjunto de negociações levadas a cabo pela OLP e pelo governo de Israel, chefiado na época por Yitzhak Rabin do Partido Trabalhista, Avodah, que era então o principal partido de esquerda israelense. O acordo resultou da pressão do governo norte-americano, chefiado pelo socialista e pedófilo Bill Clinton, marido da possível futura presidiária Hillary Clinton.

O Acordo de Oslo representou o maior erro cometido pelo Estado de Israel em toda a sua história, pois significou abrir mão da soberania de parte de seu território e entregar o controle parcial desse território a um grupo terrorista que tem por objetivo declarado a destruição do Estado de Israel. A assinatura do Acordo de Oslo ficou simbolizada pelo ato vergonhoso no qual Yitzhak Rabin apertou a mão de Yasser Arafat, mãos essas que mataram dezenas ou centenas de judeus em atos de terrorismo, sob o olhar satisfeito de Bill Clinton.

Com a efetivação do acordo, as regiões do território israelense sob controle civil da Al Fatah-Autoridade Palestina tornaram-se celeiros de terrorismo muçulmano. Por sua vez, o Partido Trabalhista israelense, responsável principal por esse acordo, entrou em decadência juntamente o restante da esquerda do país. A última vez que o partido exerceu a chefia do governo israelense foi de 1999 a 2001 com Ehud Barak, que perdeu a eleição de sua sucessão para Ariel Sharon do Likud, mesmo partido do atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Colaboração de Angelica pela editoria nacional. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews



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