por paulo eneas
O Estado de Israel foi alvo novamente de tentativas de ataques militar nesse sábado. O incidente teve início com a incursão de um drone iraniano no espaço aéreo israelense vindo do território sírio. O drone foi derrubado por um helicóptero de combate israelense na cidade de Beit Shean, próxima da fronteira com a Jordânia, conforme mostra o vídeo abaixo.

As Forças de Defesa de Israel responderam ao ataque promovendo incursões contra alvos militares iranianos e sírios no território da Síria. Os ataques atingiram plataformas de lançamento iranianas localizadas na proximidade de Palmira, em território sírio. Durante essas incursões, um caça F-16 da Força Aérea Israelense foi abatido, mas o piloto conseguiu ejetar-se e foi resgatado ainda em território israelense com alguns ferimentos.

Segundo o comando militar israelense, a força aérea do país atacou doze alvos militares em território sírio, incluindo três baterias anti-aéreas iranianas. Porta-vozes do regime teocrático muçulmano iraniano alegaram suposto direito de defesa da Síria, sem no entanto explicar a razão da invasão do espaço aéreo israelense por um drone vindo de território sírio, além de negarem a derrubada do drone, dentro da estratégia de desinformação típica de conflitos militares. Jonathan Conricus, porta-voz internacional das Forças de Defesa de Israel, afirmou:

Os sírios estão brincando com fogo ao permitirem que os iranianos ataquem o território israelense a partir de solo sírio. Nós estamos preparados para repelir prontamente qualquer ataque contra nós. No entanto, não temos interesse em uma escalada no conflito.

O Irã tem usado sua presença militar na Síria por conta da guerra civil naquele país para armar e capacitar o grupo terrorista muçulmano Hezbollah, que também opera no sul do Líbano. Esse grupo terrorista, que tem por objetivo declarado a destruição do Estado de Israel, é igualmente apoiado e sustentado pela Rússia, que também possui presença ostensiva na Síria.

Tanto os russos quanto os iranianos operam em território sírio em apoio ao ditador Bashar Al-Assad, que por sua vez enfrenta os chamados rebeldes sírios que nada mais são do que extensões e braços do Estado Islâmico. Esses supostos rebeldes foram durante anos armados e financiados pelos Estados Unidos durante a gestão criminosa e anti-Israel de Barack Obama.

Hoje a situação de Israel é muito mais vulnerável em virtude da presença de inimigos declarados seus, como Hezbollah e Irã, próximos à fronteira norte com a Síria, na região das Colinas do Golã. Israel tem procurado manter-se distante da guerra civil na Síria desde quando ela teve início em 2011. Mas a política norte-americana para a região durante o período de Barack Obama permitiu o fortalecimento dos principais inimigos de Israel, a começar pelo Irã, que hoje na prática promoveu o primeiro ataque direto a Israel. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


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