por paulo eneas
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo adotou posicionamento contrário à ideologia de gênero durante reunião plenário realizada esse mês, na qual discutiu-se temas relacionados à saúde mental de criança e adolescentes. A resolução adotada pelo Conselho após a plenária, e cuja íntegra pode ser vista nesse link aqui, traz algumas considerações sobre o desenvolvimento psicológico de crianças e adolescentes e faz, entre outras, as seguintes afirmações:

• Os bebês e as crianças são absolutamente vulneráveis. 

• E negligente, irresponsável e alienante consentir ou induzir as crianças a fazerem escolhas prematuras, já que são desprovidas de maturidade para tal. 

• A educação sexual, direito da criança e do adolescente, é muito diferente de incentivo à indefinição sexual, o que traz a eles insegurança, inadaptação e risco, com consequências para essa população vulnerável.

• É medida antiética a realização de experimentos psíquicos, não aprovados pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), conforme legislação vigente, com a população de crianças e adolescentes, visto sua vulnerabilidade.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo é mais uma, dentre inúmeras entidades médico-científicas no mundo ocidental, a afirmar com ênfase o caráter anticientífico da ideologia de gênero, bem como o caráter antiético de experimentos psíquicos com crianças e adolescentes envolvendo a questão da orientação e identidade sexual.

Há cerca de dois anos o American College of Pediatricians apresentou um documento, cuja íntegra poder ser lida em português nesse link aqui, trazendo oito razões pelas quais recomenda-se a educadores e legisladores rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem a ideologia de gênero. Fora do âmbito das entidades médico-científicas, no ano de 2014 o Congresso Nacional Brasileiro também rejeitou por ampla maioria de votos a adoção da ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação votado naquele ano.

Um embuste ideológico sem fundamento científico algum
A ideologia de gênero é um embuste ideológico sem qualquer base científica, que parte de premissas rigorosamente falsas e sem amparo ou evidência empírica. Essas premissas servem para sustentar a tese irracional de que o ser humano possuiria aquilo que chamam de gênero. Este gênero seria apartado ou distinto de seu sexo biológico, sendo portanto objeto de escolha e podendo até mesmo ser socialmente construído. Esse gênero por sua vez seria o elemento definidor da identidade do indivíduo, que incluiria não apenas sua identidade ou orientação sexual, como também a sua condição de homem ou de mulher.

A irracionalidade dessa tese salta aos olhos, pois trata-se um exemplo do pensamento pós-moderno, que é essencialmente anticientífico e irracional e que beira em muitos casos ao completo non-sense, e que permeia inúmeras área do conhecimento, incluindo as ciências naturais. O pensamento pós-moderno, ou desconstrucionista, em ciências naturais foi desnudado há alguns anos no livro Imposturas Intelectuais, de Alan Sokal e Jean Bricmont, que mostraram a quantidade gigantesca de tolices sobre física e matemática que produzidas por esse pensamento. Não surpreende que essas irracionalidade tenha adentrado também ao terreno da biologia.

A ideologia de gênero é uma vertente da cultura da morte
O fato é que a ideologia de gênero seria apenas um motivo de piada e chacota científica se ficasse restringida a esse meio. No entanto, por ser uma tese criada e endossada pelo pensamento revolucionário, ela tem servido de diretriz para políticas públicas nas áreas de educação e saúde, tendo por alvo principalmente as crianças e adolescentes.

Outro alvo preferencial dessa ideologia é formado pelos homossexuais que, insatisfeitos com sua condição ou seduzidos pelo discurso revolucionário, acabem por tornarem-se vítimas, às vezes fatais, das falácias pregadas pela ideologia de gênero, como por exemplo a ideia estúpida de cirurgia para mudança de sexo. Entre homossexuais que usam hormônios do sexo oposto ou que submetem-se a tais cirurgias, a taxa de suicídio é vinte vezes maior em relação à população adulta em geral.

Adeptos e implementadores da ideologia de gênero são assassinos em potencial, e é dessa maneira que devem ser tratados. Não se trata de debater com seus proponentes, pois equivaleria a debater código penal com um homicida. A ideologia de gênero é uma vertente ou uma expressão da cultura da morte esposada pela mentalidade revolucionária.

Os alvos dessa ideologia, as crianças e adolescentes além de homossexuais, podem sofrer sequelas da ação criminosa de seus proponentes, sequelas essas que podem perdurar para o resto da vida. A ideologia de gênero não tem que ser banida apenas das escolas ou das políticas de saúde. Ela tem que ser banida da vida pública. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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