por paulo eneas
A mudança na titularidade do Ministério da Defesa, que passa agora a ser chefiado por um general de quatro estrelas, e a criação de um novo ministério para a área de segurança pública, resultaram de um conjunto de fatos e ações de bastidores que podem ser sumariamente descritos da seguinte forma:

a) A situação da criminalidade no Rio de Janeiro havia chegado em um ponto de não-retorno, quando criminosos tentaram intimidar instalações militares, como ocorreu com uma instalação da Marinha.

b) Foram enviados sinais claros de que o comunista e desarmamentista Raul Jungmann não teria mais como continuar no cargo de Ministro da Defesa, dado seu patente despreparo e desqualificação para essa função.

c) A Presidência da República tomou ciência da decisão dos militares de darem resposta à situação, cabendo ao executivo dar a formalização jurídica para essa resposta. Daí nasce a Intervenção Federal no estado.

d) A criação do Ministério da Segurança Pública foi uma solução de fachada para a presidência da república não ter que assumir a demissão do incompetente e desqualificado comunista desarmamentista, que nunca reuniu qualificações nem autoridade necessárias para exercer o cargo de chefia da defesa nacional, assim como nenhum de seus antecessores civis.

e) Esse novo ministério, criado por medida provisória, a rigor não terá efetividade alguma. Em primeiro lugar, por estar chefiado por um comunista desarmamentista. Em segundo, porque órgãos que estarão sob sua alçada, como a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, são instituições cujas ações independem do superior hierárquico formal ao qual estão subordinadas. 

f) O Ministério da Defesa, agora sob o comando do General Joaquim Silva e Luna, seguramente passará por uma reformulação administrativa interna, com a troca de chefias em posições chave, como inteligência e informações e segurança estratégica, que vinham até aqui sendo ocupados por indicações dos civis comunistas e desqualificados que até hoje ocuparam o ministério desde sua criação pelo socialista Fernando Henrique Cardoso.

g) As polícias militares estaduais, conforme estabelece a Constituição Federal, continuam sendo linhas auxiliares das Forças Armadas e, portanto, para todos os fins práticos que importam, permanecerão sob a esfera do Ministério da Defesa no caso de situações excepcionais, como a Intervenção Federal em andamento agora no Rio de Janeiro.

h) A vigilância de fronteiras no que diz respeito ao controle de entrada de armas e munições, item essencial no combate à criminalidade, prossegue sendo atribuição das Forças Armadas, e suas ações nessa área não dependem de qualquer diretriz do inócuo Ministério da Segurança Pública.

As considerações acima foram feitas com base em informações de nossas fontes na área de segurança e defesa. Os fatos dos últimos dias mostram, fundamentalmente, a preocupação e a atenção que as Forças Armadas Brasileiras têm dado ao cenário político nacional, dentro estrito cumprimento de seu dever constitucional, conforme já mencionamos em artigos anteriores do Crítica Nacional.

O Ministério da Defesa, para todos os fins práticos que interessam, nasceu de fato hoje, pois até então era ocupado por civis comunistas desqualificados para essa função. Em curto prazo o órgão reunirá as condições operacionais e gerenciais necessárias para ações efetivas de defesa nacional, o que inclui o combate ao crime organizado.

O Ministério da Segurança Pública não passou de um esbirro de fim de governo, e servirá apenas para que o presidente em fim de mandato possa acomodar seu comunista de estimação sem criar problemas em sua base parlamentar. A nossa avaliação é que esse ministério dificilmente irá sobreviver no ano que vem quando assumir o novo governo, pois trata-se de um órgão dispensável e desnecessário que não irá enfrentar a raiz do problema da criminalidade, conforme mostramos no artigo Raul Jungmann: Um Comunista Desarmamentista No Ministério Da Segurança Pública, publicado nessa segunda-feira. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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