por paulo eneas
É evidente que existia e existe uma intenção de capitalização político-eleitoral por parte do estamento burocrático com a Intervenção Federal na área de segurança pública do Rio de Janeiro. Mas entre essa tentativa esperada de capitalização e afirmar, como faz o Antagonista em uma nota que pode ser vista nesse link aqui, que o plano de segurança que governo de Michel Temer pretende levar adiante é uma ideia roubada de Luciano Huck, há uma diferença abissal e risível.

Tudo indica que cada veículo da grande imprensa irá daqui para diante tentar atribuir ao seu político de estimação a paternidade de uma iniciativa na área de segurança pública. Iniciativa essa que está sendo bem-vinda e bem recebida pela população, que sempre apoiou e prestigiou suas Polícias Militares e as Forças Armadas. O Antagonista já está fazendo isso com relação a Luciano Huck, de uma maneira que chega a ser cômica, tamanho artificialismo da narrativa e sua falta de compromisso com a verdade.

A construção dessas narrativas falsas por parte da grande imprensa, que inclui o superdimensionamento artificial da figura de Raul Jungmann e de seu ministério temporário, tem um alvo certo: a tentativa de frear o crescimento constante da preferência dos brasileiros pelo nome de Jair Bolsonaro, que há anos vem pautando o debate político nacional ao deixar claro que a criminalidade crescente no país é decorrência direta da mentalidade esquerdista que guiou as políticas públicas na área de segurança pública nas últimas décadas.

Políticas públicas essas que foram levadas a cabo pelos mesmos atores políticos que agora tentarão beneficiarem-se eleitoralmente por meio do reconhecimento indireto do fracasso já esperado, e de certa forma desejado, dessas políticas por eles mesmos implementadas anteriormente. Trata-se portanto de mais uma demonstração da capacidade que têm comunistas e políticos fisiologistas como Raul Jungmann e Michel Temer de adequar seus discursos às circunstâncias e conveniências.

A pauta de segurança pública não esgota-se na iniciativa de Intervenção Federal no Rio de Janeiro, iniciativa essa que é bem-recebida pela população. Temas como criminalização efetiva do uso e tráfico de drogas, excludente de ilicitude para o exercício da legítima defesa, cumprimento efetivo de pena por parte de condenados, e o direito ao acesso pleno e legal a armas de fogo por parte do cidadão comum, continuarão na pauta da discussão séria sobre segurança pública.

Resta saber se o estamento burocrático e os comunistas, com a ajuda de seus prepostos na imprensa, conseguirão capitanear o debate sobre segurança pública sem abordar esses temas e o que irão dizer ao serem desafiados a abordá-los. Afinal, surfar politicamente na onda do prestígio das Forças Armadas e das Polícias Militares é relativamente fácil. O que vai ser desafiador para o estamento burocrático e os comunistas é posicionar-se sobre temas de segurança pública que transcendem o prestígio dessas corporações.

E quando esses temas forem efetivamente colocados na mesa de debate, a população terá oportunidade de perceber a diferença entre o que a direita defende e propõe para a segurança pública, e o que os comunistas e o estamento burocrático pretendem fazer por meio de pirotecnia retórica e pegando carona no prestígio das corporações militares e policiais, as quais eles sempre desprezaram. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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