por paulo eneas
Nos últimos dias tem havido uma avalanche midiática e de apelo emocional relacionada ao conflito na Síria. Um apelo que até mesmo lança mão da exibição de vídeos de dois ou três anos atrás mostrando cenas fortes, como se elas estivessem ocorrendo agora. Outros vídeos enfatizam que pouco importa quem são os culpados pelo conflito, ou então que os culpados são todos, trazendo nas entrelinhas a ideia de que o  principal culpado pelo conflito seria a suposta indiferença das pessoas comuns do resto do mundo.

É evidente que a guerra na Síria, assim como em qualquer outro lugar, gera um drama humanitário no qual mulheres, crianças e idosos são as principais vítimas e diante do qual nenhum pessoa de bem pode ficar indiferente. Mas o que essa avalanche midiática está fazendo não é expressar preocupação real com as vítimas civis do conflito sírio. Trata-se a bem da verdade de fazer engenharia social intensa para impor ao Ocidente as políticas imigratórias pró-islâmicas dos globalistas e comunistas, levadas a cabo pela ONU e suas agências.

Trata-se de uma engenharia social por meios midiáticos engendrada no mesmo momento em que cresce a oposição às políticas imigratórias pró-islâmicas e globalistas na Europa. Não é por coincidência que essas peças de propaganda, produzidas com qualidade profissional, começaram a ser exibidas alguns dias antes das eleições italianas. Afinal, como votar em candidatos que opõem-se às políticas imigratórias pró-islâmicas da União Europeia no exato momento em que existe um esforço de hipersensibilização da opinião pública em relação à situação humanitária da Síria?

Se houvesse uma verdadeira preocupação com as vítimas civis do conflito sírio, essas peças de propaganda estariam dirigidas a Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes ou Qatar, que reúnem todas condições para receber refugiados sírios, mas não o fazem. Esses países árabes não apenas não recebem refugidos sírios como jamais sofrem pressão por parte de organismos internacionais globalistas para mudar suas políticas imigratórias.

O fato de organismos internacionais exercerem pressão unicamente no ocidente para o recebimento de refugiados sírios, ignorando por completo a omissão de países árabes que recusam-se a acolher esses refugiados, à exceção da Jordânia, evidencia que o drama humanitário sírio tornou-se uma peça de guerra política que os globalistas ocidentais utilizam para fazer avançar uma de suas agendas prioritárias: a abertura indiscriminada de fronteiras dos países ocidentais para a invasão islâmica.

E essa guerra política, ancorada no apelo psicológico por meio da instrumentalização das vítimas civis da guerra síria, procura valer-se da compaixão humana que somente os ocidentais têm, compaixão essa derivada da moral judaico-cristã. Uma compaixão que não existe nem nunca existiu no mundo islâmico, razão pela qual os próprios muçulmanos e árabes em geral mostram uma total indiferença humanitária em relação às vítimas sírias. Uma indiferença que jamais será confrontada pelos globalistas em seu esforço de guerra política. #CriticaNacional  #TrueNews #RealNews


 

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