por paulo eneas
Comunistas e socialistas e toda a escória da esquerda não respeitam a morte de nenhum ser humano, nem mesmo quando a vítima é um dos seus. Pelo contrário, a esquerda sempre viu a morte de quem quer que seja como um instrumento conveniente de propaganda e de agitação política. A exploração política do assassinato da vereadora comunista Marielle Franco que vem sendo feita por parte de seu próprio partido e por parte de toda a esquerda brasileira é um dos episódios mais relevadores do caráter desumano e amoral da mentalidade esquerdista.

Ainda na noite de ontem, o ator comunista Gregório Duvivier publicou mensagem no Twitter afirmando que Marielle foi assassinada por ser mulher e por ser negra. Uma afirmação estúpida e cínica, talhada para estar de acordo com a narrativa ideológica mentirosa da esquerda, além de ser desrespeitosa até mesmo com a vítima e seus familiares.

O ator comunista e toda a canalha esquerdista da qual ele faz parte sabem que Marielle não foi morta por ser mulher e muito menos por ser negra. Ela morreu pelas circunstâncias de criminalidade crescente no Rio de Janeiro, circunstâncias essas que o próprio partido da vereadora assassinada ajudou a criar com suas políticas e suas narrativas de condenação das forças da lei e da ordem e de proteção e de defesa, além de relações promíscuas, com o mundo do crime organizado sob pretexto de defender direitos humanos.

Os comunistas estão usando a morte da vereadora também comunista para insistir na tese falaciosa de que a culpa pela criminalidade no Rio de Janeiro é essencialmente da polícia, e reforçam essa tese por meio da condenação da intervenção federal no Estado. Hoje mesmo, durante ato na Cinelândia, militantes de esquerda incitaram a população a culpar a polícia pela morte, repetindo a afirmação de “polícia mata pobre todo dia”, que é uma das mais rasteiras e cínicas narrativas inventadas pela esquerda para demonizar as polícias e para proteger bandidos e criminosos.

Outras figuras públicas de esquerda estão falando em “assassinato político” ou fazendo comparações com eventos do período do regime militar, para acentuar a exploração política desumana que a esquerda está fazendo do episódio. As circunstâncias da morte da vereadora serão ainda apuradas pela polícia, mas existem fortes indicações de que estejam relacionadas às relações promíscuas e de cumplicidade que sempre existiram entre toda a esquerda carioca e o crime organizado, o qual essa mesma esquerda sempre defendeu e protegeu.

Há anos a esquerda procura um cadáver para fazer proselitismo político-ideológico, como sempre fez ao longo da história. Agora ela encontrou um, e pouco importa que seja de um dos seus. De nossa parte, estendemos nossos sentimentos à família da vítima e não endossamos em hipótese algumas insinuações de que a vereadora assassinada merecesse esse destino. O que cabe agora às pessoas de bem é denunciar e desmascarar o cinismo desumano da esquerda na tentativa de fazer exploração política do episódio.

Cabe também enfatizar que a criminalidade crescente no Rio de Janeiro e em todo o país é resultado direto de políticas públicas pautadas pela mentalidade esquerdista que protege criminosos, demoniza as polícias e ignora as vítimas. Mentalidade essa que a própria vereadora assassinada endossava e reproduzia, e da qual ela infelizmente foi vítima. Uma vítima que seria ignorada pela esquerda se fosse uma vítima qualquer, mas que está sendo lembrada por servir aos propósitos de proselitismo político-ideológico cínico e desumano dessa mesma esquerda. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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