por paulo eneas
Observando um conjunto de fatos políticos recentes envolvendo os principais personagens colocados até o momento para a disputal eleitoral desse ano, o cenário mais provável hoje para o segundo turno das eleições presidenciais é o seguinte: nenhum, pois não haverá segundo turno. Isto porque é bastante plausível, embora ainda não certeiro, que o candidato da direita Jair Bolsonaro venha a liquidar a fatura eleitoral já no primeiro turno das eleições.

Essa previsão não é de modo algum a expressão de uma vontade ou de uma torcida nossa, mas decorre da observação dos dados da realidade de hoje. Basta observar a reação da população de todos os cantos do país aos eventos públicos de Jair Bolsonaro e comparar essa reação às aparições públicas de qualquer outro pré-candidato do establishment político, a começar pelas tentativas de aparição pública do criminoso petista condenado pela justiça. Basta observar também o comportamento da imprensa, que transforma em notícia até mesmo as piadas ou o silêncio do candidato da direita.

Mas um leitor mais cético poderá provavelmente dizer: mas vai ter fraude com as urnas eletrônicas. O risco de fraude existe e não pode de modo algum ser subestimado. Mas convidamos esse leitor cético a refletir:  se a esquerda estivesse tão segura de que irá retornar à presidência do País por meio da fraude eleitoral, porque esta mesma esquerda estaria agindo no sentido de tentar inviabilizar o processo eleitoral?

Se estivesse a esquerda tão segura de poder realizar a fraude em seu favor, porque estaria agora promovendo a agitação social nas ruas e tentando instaurar os caos por meio da proteção e da aliança, mais explícitas do que o habitual, com o crime organizado através da demonização da intervenção federal no Rio de Janeiro? Porque estaria a esquerda agindo, usando seus prepostos no poder judiciário, para levar as eleições para ilegalidade ao recusar-se a implementar a lei do voto impresso?

Responder a estas questões significa compreender as estratégias de guerra política que a esquerda vem adotando nesse período. Estratégias essas baseadas na contatação (correta) feita pela própria esquerda, de que ela não terá possibilidades de retornar à presidência da república pela vontade popular, e nem terá a garantia de poder fraudar o pleito eleitoral para assegurar essa volta. Ao longo da semana iremos discorrer sobre esse tema aqui no Crítica Nacional.

Nota:
Algumas pseudo-análises derrotistas que tem circulado na internet, feitas por profetas da desesperança e vigaristas travestidos de intelectuais, falando em golpe das eleições e da inevitabilidade da vitória da esquerda não passam, a nossa ver, de pura desinformação e não resistem a um exame mais sério ancorado nos dados da realidade. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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