por paulo eneas
A eventual queda ou renúncia de Michel Temer agora por conta da Operação Skala irá interessar basicamente às esquerdas e aos globalistas, ainda que este governo tenha sido até agora um fiel executor da políticas globalistas da ONU, especialmente nas áreas de imigração e desarmamento civil, bem como na política externa. Uma eventual queda de Michel Temer irá somar-se aos elementos desestabilizadores que a esquerda e os agentes globalistas têm tentado implantar à sociedade brasileira para inviabilizar as eleições desse ano.

Dentre estes elementos de desestabilização estão a decisão, por parte do STF, de deixar solto o chefe petista criminoso já condenado pela justiça, a recusa do TSE em cumprir a lei do voto impresso e com isso arrastar o processo eleitoral para a ilegalidade, o assassinato de uma vereadora comunista na capital carioca e a tentativa, até aqui sem sucesso, das esquerdas de colocar a população carioca contra a intervenção federal no Estado. 

O tratamento que a imprensa vem dando ao caso é muito semelhante àquele dado quando da tentativa de golpe ocorrida no ano passado envolvendo a JBS, o jornal O Globo, o antigo Procurador Geral Rodrigo Janot, o site O Antagonista (que na época chegou até a anunciar a data da suposta renúncia de Temer), além de delação fake totalmente ilegal conduzida pela PGR e o dono da JBS, com base em investigações realizadas sem a participação da Polícia Federal, que é a instituição que tem competência e qualificação para investigar.

É evidente que os desdobramentos das investigações da Operação Skala irão determinar a culpabilidade ou não do presidente na denúncia de corrupção envolvendo o Decreto dos Portos. Mas fica claro até o momento que a narrativa ensejada pelo episódio, que deu origem inclusive a boatos  infundados de renúncia do presidente e sua substituição por uma Junta Militar, serve apenas para criar a desestabilização que tanto interessa às esquerdas e aos globalistas.

Cumpre lembrar que na hipótese de queda ou renúncia do presidente, a chefia da Nação seria assumida por Rodrigo Maia, que teria prazo de até noventa dias para conduzir eleições indiretas via Congresso Nacional. Seria um período suficientemente longo de incertezas, que afetaria a economia e daria às esquerdas e aos globalistas as condições e os meios de ação para propor mudança casuística de regime de governo e até mesmo suspender ou adiar as eleições por conta dessas incertezas. O que corresponde exatamente ao que as esquerdas e os globalistas mais desejam. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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