por paulo eneas
A fachada diplomática e oficial do Foro de São Paulo chamada Unasul (União da Nações Sul-americanas) sofreu um duro revés essa semana com o anúncio da suspensão da participação de seis países da região por tempo indeterminado. As chancelarias de Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Paraguai anunciaram a decisão de suspender por tempo indeterminado a participação no bloco e também o repasse de recursos para a entidade. 

A Unasul surgiu em 2008 no auge dos governos latino-americanos chefiados pelo Foro São Paulo. Os então presidentes da Venezuela, Argentina e Brasil –  Hugo Chávez, Nestor Kirchner e Lula, respectivamente – tiveram papel central na formação do bloco, que nasceu sob a égide do antiamericanismo e com o propósito indisfarçável de tornar-se a fachada diplomática e legal do Foro de São Paulo.

A derrota dos Kirchner na Argentina, a morte de Hugo Chávez e a degradação e isolamento internacional cada vez maior do regime chavista venezuelano, além do ocaso e decadência do petismo que culminou com a prisão de seu chefe, tem levado a uma morte lenta e gradual do Foro de São Paulo. O desmantelamento da Unasul ocorrido essa semana é mais um capítulo desse processo.

A decadência do Foro de São Paulo não representa de modo algum a derrota completa do movimento narco-comunista latino-americano, pois o movimento revolucionário é sempre capaz de reinventar-se. Mas constitui-se em um duro revés para a principal estratégia adotada pelos comunistas latino-americanos nas últimas décadas. Um revés cuja pá de cal seguramente será a vitória da direita nas eleições brasileiras desse ano. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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