por paulo eneas
Existem várias ameaças reais à capenga e sôfrega democracia brasileira, e uma dessas ameaças chama-se Tribunal Superior Eleitoral. A instituição, cuja natureza é uma excrescência híbrida de órgão executivo e judiciário e que também toma para si funções típicas do legislativo, tem demonstrado recentemente estar disposta a ir além do descumprimento da lei, no que diz respeito ao voto impresso: a instituição parece disposta a querer decidir a eleição no lugar do eleitor.

A declaração dada essa semana pelo presidente do TSE, ministro Luiz Fux, de que as eleições desse ano podem ser anuladas por causa de supostas fake news é de uma leviandade e irresponsabilidade ímpares. A declaração serviu apenas para arrastar mais ainda o processo eleitoral para o campo da ilegalidade e das incertezas, para criar um ambiente que interessa somente às esquerdas e ao estamento burocrático.

O que Luiz Fux levianamente afirmou é que a instituição que ele preside está disposta a anular o resultado eleitoral com base numa consideração subjetiva a respeito da suposta influência daquilo que ela subjetivamente considera como sendo fake news. Não existe dispositivo algum na legislação eleitoral que dê amparo a essa pretensão. O que o ministro está dizendo, com outras palavras, é que o TSE poderá anular a eleição se a corte não estiver satisfeita com o resultado eleitoral.

Justiça eleitoral entra na guerra política usando repertório da esquerda globalista
As afirmações de Luiz Fux precisam ser contestadas e rechaçadas com veemência de todas as formas possíveis. A chamada justiça eleitoral não tem procuração nem poder para decidir o resultado de uma eleição com base naquilo que ele considera subjetivamente como fake news. A figura das chamadas fake news sequer existe na legislação eleitoral brasileira.

O termo fake news não passa de uma criação da esquerda americana, e que foi incorporado ao repertório político brasileiro com o mesmo objetivo de seus criadores: combater a direita e os conservadores e combater as contestações das narrativas pró-globalistas e pró-comunistas da grande imprensa nacional e internacional.

Quando Luiz Fux afirma que poderá anular as eleições brasileiras com base em supostas fake news, ele está na verdade dizendo que o TSE irá usar uma das ferramentas de guerra política que a esquerda criou, o conceito de fake news, para tentar impedir que a direita e os conservadores cheguem ao poder.

Resta perguntar ao ministro Luiz Fux se ele combinou esse arranjo com a principal parte interessada, que é maioria dos brasileiros. E também se combinou esse arranjo e essa pretensão ilegal com a instituição que o povo mais respeita e que estará atenta a todo o processo eleitoral: as Forças Armadas Brasileiras. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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