por paulo eneas
O jornal Valor Econômico registra em sua edição dessa segunda-feira que o deputado e pré-candidato presidencial da direita Jair Bolsonaro foi ovacionado por produtores rurais ao chegar em Ribeirão Preto-SP para o AgriShow, Feira de Agricultura e Pecuária, evento que começou hoje na cidade e que é o mais importante do setor em todo o País. A nota do jornal pode ser lida nesse link aqui. Há cerca de um mês, um integrante da equipe do pré-candidato tucano Geral Alckmin admitiu que a quase totalidade do setor do agronegócio está com Jair Bolsonaro.

O agronegócio responde por parcela expressiva do PIB brasileiro, garante o saldo da balança comercial de exportações/importações, além de servir de âncora anti-inflacionária por conta da elevadíssima produtividade agrícola brasileira, uma das maiores do mundo, o que permite o preço relativamente baixo dos alimentos no País. 

Ao mesmo tempo, o setor rural é o mais perseguido pelo governo desde o fim do regime militar, incluindo o judiciário: a decisão recente do STF sobre a retroatividade do chamado Funrural colocou a maioria dos produtores agrícolas em situação de pré-falência, o que levou o Parlamento a negociar uma medida provisória de refinanciamento tributário do setor.

Outro entrave para o setor agrícola nacional é a legislação ambiental brasileira. Criada na era tucana e aprofundada pelos governos petistas, essa legislação inspirada nas diretrizes pseudo-científicas da ONU resulta em grande parte da ação lobista de ONGs estrangeiras que atuam em território nacional. Trata-se de uma legislação que, sob pretexto de proteção ambiental, tem por objetivo inibir o desenvolvimento agrícola nacional, principalmente para atender a interesses globalistas do setor, especialmente o setor agrícola semi-estatal europeu.

Além disso, o setor rural sofre com a violência impune por parte dos criminosos das milícias proto-guerrilheiras do MST, e também com a vulnerabilidade jurídica do direito de propriedade, em decorrência da Emenda Constitucional 81. O segmento é igualmente combatido e literalmente perseguido na esfera da guerra cultural nos meios de comunicação e no meio acadêmico, onde a figura do ruralista é apresentada como se fosse virtualmente inimigo do País e do meio ambiente.

Esse conjunto de circunstâncias, decorrentes de décadas de hegemonia política e cultural da esquerda, hegemonia essa que vem sendo quebrada numa velocidade espantosa em poucos anos, explica a adesão quase unânime do segmento agrícola à pré-candidatura de Jair Bolsonaro. Esse setor seguramente será um dos responsáveis pela vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de outubro. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

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