por paulo eneas
São inúmeras as implicações que podem e devem ser depreendidas da tragédia ocorrida ontem na capital paulista, quando um edifício na região central da cidade desabou após ter sido tomado por um incêndio, deixando até o momento uma pessoa morta e outras dezenas de desaparecidas. Inicialmente deixamos registrado aqui nossos sentimentos de condolências às famílias das vítimas.

A tragédia é resultado direto das políticas públicas de esquerda que têm pautado as gestões recentes da prefeitura paulistana, especialmente na área de moradia, políticas essas que foram acentuadas na última e desastrosa gestão do prefeito petista Fernando Haddad e que foram mantidas e continuadas pelo seu amigo e companheiro tucano João Doria. Em decorrências dessas políticas e do ordenamento jurídico estabelecido por elas, a capital paulista tornou-se uma cidade onde existe uma alta vulnerabilidade do direito de propriedade.

Essa vulnerabilidade resultante da progressividade dos impostos municipais sobre a propriedade, de ações de engenharia social que promovem uma deliberada deterioração de certas regiões da cidade, além das relações de natureza promíscua entre o poder público municipal e as máfias políticas controladas por correntes de esquerda chamadas de movimentos de moradia ou de sem-teto, criou uma situação de facto onde todo e qualquer bem imóvel da capital fica à mercê de uma invasão.

O edifício que desabou no centro da capital estava invadido há cerca de dois anos e não oferecia condições alguma de segurança. A omissão do Ministério Público, omissão essa motivada por razões político-ideológicas, e a situação de completa ilegalidade que reinava no prédio estão entre os principais responsáveis pela tragédia.

Existem relatos de que o prédio estava tomado por ligações elétricas clandestinas, além da ocorrência de práticas de verdadeiro cárcere privado e de toque de recolher imposto aos moradores-invasores do edifício por parte de supostos coordenadores da invasão. Outros relatos e denúncias falam de extorsão e de corrupção e de mercado paralelo com o chamado aluguel social, instrumento criado pela prefeitura paulistana no escopo de suas relações promíscuas com os chamados movimentos de moradia, para fins de vulnerabilizar o direito de propriedade no município.

A tragédia ocorrida ontem em São Paulo possui responsáveis bem definidos: as lideranças dos chamados movimentos de moradia ou de sem-teto, que precisam e devem ser enquadradas como organizações criminosas que aliciam segmentos miseráveis da população para fins de obter vantagens financeiras e promover a alavancagem política das correntes e partidos de esquerda aos quais essas lideranças são invariavelmente associadas.

O poder público municipal precisa e deve ser igualmente responsabilizado criminalmente, pela omissão e pela conivência por motivações político-ideológica de viés esquerdista com agrupamentos que sabidamente promovem com regularidade os crimes de aliciamento, inclusive de menores de idade, invasão de propriedades públicas e privadas, fechamento de vias públicas, extorsão e práticas de cárcere privado, entre outros crimes.

A tragédia que ocorreu ontem na capital paulista e custou até agora a vida de uma pessoa, e que poderá também custar a vida de outras praticamente anônimas, é resultado direto da predominância das políticas públicas de viés esquerdista nas áreas de ocupação urbana e de moradia na cidade. Essas políticas públicas, acentuadas pela era petista e continuadas pela gestão tucana, estão na raiz das inúmeras mazelas que afetam o cotidiano da capital, sendo que o incêndio e desabamento de ontem constituíram-se na sua feição recente mais trágica. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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