por paulo eneas
Nesta segunda-feira completaram-se trinta dias de prisão do chefe criminoso petista condenado a doze anos e um mês em regime fechado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ao contrário do blefe e da mentira plantada durante anos pela delinquência petista, a prisão do outrora poderoso e corrupto chefe comunista do Foro de São Paulo não causou comoção social nem revolta popular. O chamado Exército de Stédile que iria supostamente incendiar o País nunca existiu: o tal exército sempre foi apenas uma bravata do criminoso petista embriagado em palanque.

Um mês após a prisão do chefe petista, não houve mudança excepcional alguma na vida dos brasileiros comuns. Exceto para os moradores das proximidades da sede da Polícia Federal em Curitiba, que estão tendo que lidar com um punhado de delinquentes petistas acampados no entorno. Um acampamento que muito em breve irá acabar, pois já está dando sinais de esgotamento. 

Como já apontamos em outros artigos do Crítica Nacional, a única possibilidade remota que a esquerda revolucionária brasileira tem de tirar seu chefe criminoso da cadeia é por meio de alguma ação ilegal do STF. De nossa parte, como também já mostramos em artigos ao longo desses dias, acreditamos que isso dificilmente irá ocorrer, pois o chefe petista não possui já há muito tempo a força política que acreditava ter para reverter sua prisão.

Temos elementos de convicção o bastante para afirmar que o chefe criminoso petista continuará preso, e que somente sairá da prisão daqui a algum tempo como qualquer criminoso comum:  por conta das liberalidades do Código de Execução Penal Brasileiro, que foi escrito para colocar facilmente  qualquer bandido comum em liberdade após cumprir parte da pena. E o chefe petista hoje é exatamente isso: um bandido comum preso por crime de corrupção.

Entendemos também que o criminoso petista em breve deixará de ser pauta política, como já deveria ter deixado de ser faz tempo. A presença constante na grande imprensa de seu nome e dos fatos associados a ele, inclusive sua vida de presidiário, reflete muito mais um recall político-jornalístico e não corresponde à real relevância política que o chefe petista e seu partido têm hoje no cenário político nacional.

A direita conservadora precisa deixar de pautar-se pelos fatos associados ao líder petista criminoso, exceto se ocorrer sua altamente improvável soltura ou mais improvável ainda candidatura presidencial. Cabe à direita conservadora compreender que o petismo, como principal expoente do movimento comunista em nosso país, está virtualmente morto, e que tanto a esquerda revolucionária quanto a fabiana estão procurando encontrar seus novos protagonistas. A propósito, o Crítica Nacional vem dizendo isso desde o impeachment.

Portanto, o papel da direita conservadora hoje não pode nem deve limitar-se a bater em um espantalho representado pelo quase moribundo petismo e seu líder encarcerado. A obrigação da direita conservadora hoje é identificar claramente esses novos protagonistas da esquerda, especialmente os tucanos da esquerda fabiana, e preparar para fazer o embate com eles, coisa que a direita ainda não está fazendo à altura que o momento político exige. Esse embate é o que irá definir o novo patamar da guerra política no curto e médio prazo no cenário político nacional. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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