por paulo eneas
Em entrevista ao site Bloomberg nessa quarta-feira, e que foi reproduzida em parte pelo jornal InfoMoney, o pré-candidato tucano ao governo paulista João Doria reconheceu a fragilidade político-eleitoral do pré-candidato presidencial de seu partido, Geraldo Alckmin, e afirmou que a eleição de Jair Bolsonaro seria, em sua visão, um desastre para o país. 

João Doria não explicou porque ele consideraria como desastrosa a eleição do único político brasileiro que pode andar livremente pelas ruas e ser aclamado espontaneamente pela população, além de ser um dos poucos sobre o qual nunca pesou qualquer denúncia de corrupção, diferentemente do que ocorre com o pré-candidato presidencial de seu partido. O tucano também não explicou qual seria o desastre de escolher um presidente da república comprometido com o direito inalienável de defesa da vida, da propriedade, da lei e da ordem, e da soberania nacional.

Da mesma forma, o tucano não disse qual seria o desastre de termos um presidente que, até o momento, foi o único que na condição de pré-candidato já apresentou seu futuro Ministro da Economia caso venha a ser eleito, e assumiu o compromisso com uma plataforma econômica liberal, de privatizações e de redução da interferência do Estado na economia, além da defesa da descentralização do poder.

Faltou também a João Doria dizer qual seria o desastre de termos um presidente da república comprometido com a mudança completa na política externa brasileira, fazendo com que a nossa diplomacia passe a ser pautada pela defesa dos interesses nacionais, e não pelo alinhamento ideológico à esquerda ou a submissão dos interesses do país à agenda globalista da ONU, como ocorre atualmente por meio do chanceler de seu próprio partido, Aloysio Nunes.

Uma larga experiência em desastres
Seguramente João Doria falou em desastre eleitoral com base em sua própria experiência. Depois de ter descumprido a promessa assumida ante os eleitores paulistanos de não usar a prefeitura da capital paulista como trampolim para outras ambições eleitorais, João Doria abandonou o executivo municipal paulistano deixando um legado que pouco ou quase nada distingue-se da desastrosa gestão de seu amigo e companheiro petista Fernando Haddad.

A gestão de João Doria na prefeitura paulistana foi marcada fundamentalmente pelo marketing espetaculoso, reforçado e secundado pelo grupelho libertário MBL que durante mais de um ano serviu-lhe de garotos-propaganda na internet. Uma gestão que ocupou-se de promover ações de desarmamento civil na cidade, de apoio e suporte institucional do município ao proselitismo islâmico nos bairros da periferia, além de iniciativas desastrosas como a tentativa de fornecer ração humana no cardápio das escolas públicas municipais.

João Doria, enquanto esteve à frente da prefeitura paulistana, foi incapaz de implementar uma política consistente para os viciados da cracolândia. Ao contrária, durante um período manteve essencialmente a mesma política de seu antecessor petista, colocando à frente da secretaria encarregada da área uma notória comunista apologista da legalização das drogas.

As boas relações que ele sempre teve com a esquerdas ficaram também evidenciadas no episódio do atentado terrorista muçulmano ocorrido em maio do ano passado na Avenida Paulista, quando a Secretaria Municipal de Direitos Humanos emitiu nota pública criticando as vítimas do atentado, e silenciando-se em relação ao próprio atentado e a seus executores: muçulmanos palestinos residentes no País e protegidos por ONGs e por figurões petistas, como Eduardo Suplicy.

A lista de ações, ou falta delas, que marcaram a a gestão de João Doria na capital paulista poderia incluir também a continuidade do fechamento da Avenida Paulista aos domingos, transformando-a numa zona livre para consumo de drogas e de degradação urbana, a indefinição quanto às ciclofaixas que colocam em risco a vida de ciclistas e sequestram parcela expressiva das vias urbanas da cidade em benefício de uma minoria que as subutiliza, entre outros.

João Doria possui experiência para falar em desastre de resultado eleitoral, pois ele mesmo representou um, na sua passagem breve e esquecível pela prefeitura paulistana. Uma experiência reforçada pelo seu próprio partido, o PSDB, que juntamente com os petistas ficaram por décadas revesando o poder político no país, com os peemedebistas como fiéis escudeiros, e cujo resultado os brasileiros conhecem muito bem e as investigações da Lava Jato estão mostrando.

E justamente por ter ele próprio e seu partido um vasto histórico de desastre estando à frente de governos nas três esferas, João Doria não possui autoridade moral alguma para antever o resultado de um  futuro governo de direita que, seguramente, irá romper com as práticas de corrupção, clientelismo, do toma-lá-dá-cá e da submissão a uma agenda ideológica esquerdista. Práticas essas que sempre foram a marca registrada de governos petistas e tucanos e de seus aliados, e que resultaram, elas sim, em um verdadeiro desastre para os brasileiros.

Com informações de InfoMoney. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


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