por paulo eneas
O fantasma da fraude eleitoral ronda a mente e a vida dos brasileiros que querem, usando o instrumento democrático das urnas, dar um fim a décadas de hegemonia da esquerda no comando político no país. A demanda pelo voto impresso reflete o temor quanto à lisura do processo eleitoral, temor esse reforçado pela decisão política do TSE de agir na ilegalidade e não implementar o mecanismo de impressão do voto, conforme determinado por lei.

Diante desse conjunto de evidências, é razoável que as pessoas concluam que a esquerda irá empenhar-se por meio de seus prepostos no judiciário para inviabilizar a implementação do voto impresso e, dessa dessa forma, poder fraudar as eleições e impedir a vitória da direita no pleito presidencial. Ainda que esse raciocínio esteja correto, como consequência lógica das evidências dadas, convidamos o leitor a considerar uma outra leitura do cenário, que iremos expor aqui em linhas gerais e que será apresentado em mais detalhes em um próximo artigo:

a) As condições em que ocorrem as eleições desse ano são distintas daquelas da última eleição: o petismo está fora da chefia da presidência da república e seus principais líderes estão presos ou em vias de irem para a cadeia.

b) Nessas condições distintas de hoje, não existe um protagonista definido no campo da esquerda, como havia na época do petismo, com força política e meios de ação suficientes para efetivar a fraude em seu favor.

c) Também diferentemente da última eleição geral, existe hoje uma presença efetiva das Forças Armadas no processo eleitoral. Uma presença que não está limitada à disputa de cargos eletivos por parte de dezenas de oficiais militares da reserva ou da ativa e que já apesentaram-se como candidatos.

d) As eleições desse ano ocorrem num contexto geopolítico internacional de ascensão da direita no mundo ocidental, diferentemente da eleição passada, que ocorreu apenas dois anos após o socialista-muçulmano Barack Obama ter sido reeleito para a Casa Branca.

Com esses novos dados em mãos, é possível chegar-se a uma conclusão distinta daquela que a maioria das pessoas está adotando, considerando que a esquerda possui uma estratégia calcada em um cenário que ela mesma já antecipou. Portanto, ao nosso ver:

A esquerda irá empenhar-se para não ter o voto impresso não para poder fraudar a eleição, pois ela não possui os meios seguros para isso. A esquerda irá procurar impedir a adoção do voto impresso para, estando ciente de sua derrota em outubro, poder usar o argumento de que as eleições foram fraudadas ou ilegais para, dessa forma, contestar a legitimidade da vitória da direita.

Essa hipótese, se estiver correta, reforça ainda mais a necessidade imperiosa de lutarmos pelo voto impresso e pela auditabilidade de todo o processo eleitoral. Iremos desenvolver essa tese no próximo artigo, com base inclusive nas falas de figuras importantes da esquerda, como o futuro presidiário José Dirceu. Em dos links abaixo, encontra-se um podcast de uma participação recente nossa no programa Debate Nacional na Radio MCI onde esse tema foi debatido.

Com a colaboração de Christina Fontenelle. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

Referências:
1) A Estratégia Da Esquerda Para As Eleições Presidenciais

2) A Esquerda Não Quer Ver O Mês De Outubro Chegar

3) Petição: Decreto Legislativo Obriga TSE A Implantar O Voto Impresso


 

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