por paulo eneas
O ministro Luiz Fux admitiu essa semana que o TSE deixou de cumprir a lei ao não implementar o voto impresso, e atribuiu a responsabilidade por essa ilegalidade ao seu antecessor, ministro Gilmar Mendes. Essa afirmação corresponde a uma admissão pública de culpa por parte do presidente do tribunal, que reconhece publicamente que o órgão encarregado de organizar as eleições no país está deixando de cumprir a lei e, portanto, conduzindo o processo eleitoral para o caminho da ilegalidade.

Há meses o Crítica Nacional vem alertando sobre a intenção deliberada por parte do TSE de levar o levar o processo eleitoral para a ilegalidade, e a fala do ministro essa semana confirma nossa análise. Também como já estamos afirmando há meses, a ação do TSE corresponde a uma estratégia da esquerda de tentar deslegitimar as eleições desse ano, uma vez que a esquerda não possui a certeza, como tinha na última eleição presidencial, de que poderá fraudar o resultado eleitoral em seu favor.

Conforme dissemos no artigo Urnas Eletrônicas & Voto Impresso: A Estratégia Oculta Da Esquerda Para As Eleições publicado essa semana, a esquerda irá empenhar-se para não ter o voto impresso não para poder fraudar a eleição, pois ela não possui os meios seguros para isso. A esquerda irá procurar impedir a adoção do voto impresso para, estando ciente de sua derrota em outubro, poder usar o argumento de que as eleições foram fraudadas ou ilegais para, dessa forma, contestar a legitimidade da vitória da direita.

Diante desse quadro e diante dessa afirmação de Luiz Fux, torna-se cada mais mais premente a necessidade de exigirmos o cumprimento da lei, para assegurar que as eleições ocorram dentro da legalidade. É necessário exigir que todo o processo eleitoral seja auditável, desde a coleta do voto, a transmissão dos dados e a apuração, que precisa e deve ser pública. Se necessário for, as Forças Armadas devem participar da condução e fiscalização de todas as etapas da eleição, pois elas possuem competência técnica e legitimidade institucional para essa função.

O que os brasileiros de bem não podem aceitar em hipótese alguma é que a escolha democrática dos próximos governantes, de presidente da república a governadores, passando por senadores e deputados, fique comprometida pela leviandade de atitudes e posturas de burocratas não eleitos, como Luiz Fux e Gilmar Mendes, que acreditam estar livres para descumprir impunemente a lei no exercício de uma função pública. Pois eles não estão! #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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