por paulo eneas
Em entrevista à Folha de São Paulo desse domingo,  o General Hamilton Mourão deixou claro seu repúdio a ações que levam ao caos e à desordem, e que colocam a população na condição de refém de grupos de interesse. Disse também que não existe a possibilidade de intervenção militar contra o governo, confirmando assim o que temos afirmado no Crítica Nacional desde o início da crise: uma eventual ação das Forças Armadas Brasileiras nesse contexto irá ocorrer dentro dos marcos da constitucionalidade, para fins de restabelecer e garantir a lei e a ordem e a segurança da população.

Demonstrando a sensatez e a responsabilidade que precisam ter os homens públicos e as lideranças políticas em situações de crise, o General Mourão afirmou: tem gente que quer as Forças Armadas incendiando tudo, e a coisa não pode ser assim, não pode ser desse jeito, não concordo. O General lembrou da responsabilidade do governo na atual crise, tanto por ter deixado a situação chegar a esse ponto, como pela inércia e incapacidade de oferecer solução: se o governo não tem condições de governar, vai embora, renuncia, antecipa as eleições, faz qualquer coisa, mas sai do imobilismo.

O General lembrou que o país não pode rachar ao meio e ser destruído, e que serviços essenciais à população precisam ser mantidos: a greve está tornando a população refém, tem pessoas com filhos em colégios que amanhã não sabem se vão para a escolas, disse o general, ao referir-se a um dos inúmeros e incontáveis prejuízos causados à população em decorrência da greve e do locaute. Hamilton Mourão chamou de aproveitadora a decisão dos sindicatos de petroleiros, todos eles ligados à CUT, de entrar em greve essa semana, aproveitando-se do ambiente incendiário e de insegurança criado pela greve e pelo locaute do setor de transportes.

O conteúdo da entrevista do General Hamilton Mourão está em linha com o posicionamento adotado pelo Crítica Nacional desde antes de começar a greve. Desde o início alertamos que esse movimento de greve e locaute, arquitetado em grande parte por transportadoras em busca de subsídios e reserva de mercado junto ao setor petroleiro, interessava unicamente às esquerdas, para promover o caos e a desordem e trazer a desestabilização do país para, por meio de uma ruptura institucional forçada, inviabilizar a chegada da direita ao poder em outubro pela via democrática do voto.

O desenrolar dos fatos ao longo da semana passada e o conteúdo da entrevista do General Mourão corroboram e confirmam a linha editorial e o posicionamento adotado pelo Crítica Nacional, posicionamento esse que foi contestado e criticado por muitos leitores. Obviamente respeitamos as opiniões discordantes de parte de nossos leitores, mas reiteramos e reafirmamos aqui o posicionamento que adotamos desde o início e que está em linha com as preocupações expressas pelo General Hamilton Mourão. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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