por paulo eneas
Quase todas as análises recentes do cenário político nacional têm errado no sentido de superestimar o poder dos inimigos do povo brasileiro: os comunistas, os socialdemocratas e o estamento burocrático corrupto. O desafio de abordar o risco de fraude nas eleições é também um problema de análise política, pois a fraude em si é uma questão eminentemente política, que tem muito mais a ver com a real perspetiva de poder das partes envolvidas do que apenas com os aspectos técnicos que possibilitam a fraude.

O Crítica Nacional tem ido na contramão dessas análises e os fatos concretos mostram quem está errando e quem está acertando. Inúmeras vezes já foi anunciado o fim da Lava-Jato, e nós estamos dizendo há mais de dois anos que a Lava Jato é intocável. E a operação de fato prossegue, tendo colocado todo o politburo petista na cadeia e aos poucos está alcançando os tucanos.

Inúmeras vezes foi anunciado que o chefe criminoso petista iria ser solto e disputaria a eleição. Em particular, esse alarde foi disseminado quando do julgamento do habeas corpus do dia 10 de Maio e do julgamento que haveria no dia 26 de Junho. Nos dois casos dissemos que nada disso iria acontecer. Dissemos que o chefe criminoso petista continuará preso e não vai concorrer nas eleições. E dizemos não porque confiamos nas instituições superiores do judiciário, mas porque confiamos na única instituição que hoje, como sempre, merece crédito dos brasileiros de bem: as Forças Armadas.

Somos a favor do voto em cédula e rechaçamos a votação eletrônica nos moldes que é adotada no Brasil, pois ela não atende aos princípios de transparência de atos públicos e suscita dúvidas legítimas por parte dos eleitores. Entendemos também que o problema do risco da fraude deve ser tratado sob o pano de fundo da perspectiva de poder das partes envolvidas e do contexto político que a possibilita, e não apenas de um ponto de vista de um um estrito juspositivismo. 

Mas nesse exato momento, faltando cerca de três meses para as eleições, entendemos que não se trata de discutir uma tese, mas sim de resolver um problema concreto, a saber:

Vai ser possível adotar o voto em cédula para as eleições desse ano? Acreditamos que sim, desde que as Forças Armadas sinalizem nesse sentido. Enquanto não houver essa sinalização por parte da única instituição com respeitabilidade no País, acreditamos ser pouco provável que isso ocorra. E afirmamos isso pelo fato de não confiarmos nas demais instituições como TSE, Congresso Nacional, e muito menos no STF.

Até o momento, o que temos de concreto é a sinalização clara dada em decreto presidencial de que as Forças Armadas irão participar e garantir a segurança da apuração das eleições. Até evidência em contrário, não acreditamos que as Forças Armadas irão ser coniventes com qualquer fraude, ainda que seja uma suposta conivência por omissão.

Portanto, até que algum fato novo surja, entendemos que a lisura das eleições estará assegurada pelo papel a ser desempenhado pelas Forças Armadas, cabendo a nós, brasileiros civis de bem, fazer todo esforço que estiver ao nosso alcance para estimular ao máximo possível as pessoas a irem a votar. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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