por paulo eneas
Se o Foro de São Paulo tivesse hoje a força e o poder que o segmento cético e desesperançado da direita brasileira acredita que ele ainda tem, a ponto de acreditar que essa entidade é quem “organiza” as eleições brasileiras, os comunistas latino-americanos seriam imbatíveis e invencíveis. É preciso enxergar que existe um processo de reversão à direita na América Latina, processo esse que vem sistematicamente impondo derrotas ao Foro de São Paulo e ao movimento comunista latino-americano.

Trata-se de um processo irregular e desigual, onde derrotas impostos ao Foro de São Paulo na Colômbia, Chile, Argentina e Brasil, são contrastadas com a vitória relevante dos comunistas obtida ontem no México. Embora nesse caso, deve-se observar que essa vitória decorreu da inexistência de uma direita minimamente articulada capaz e apresentar-se como alternativa real de poder naquele País.

Nesse sentido, a situação do Brasil é privilegiada pois a derrocada do Foro de São Paulo em nosso País ocorreu e vem ocorrendo de modo gradual, com a decadência do petismo, e com o crescimento eleitoral da direita, que é hoje a única corrente política com perspectiva real de poder, a despeito de nossas deficiências organizacionais e a despeito de suas inúmeras fragilidades de outra natureza.

A vitória da direita brasileira nas eleições de outubro, e o consequente aprofundamento das relações do novo governo brasileiro com o governo de Donald Trump a partir do ano que vem, para o quê o caminho já foi devidamente pavimentado com a visita do vice-presidente Mike Pence ao Brasil, representará a pá de cal definitiva no Foro de São Paulo ao menos na América do Sul.

Portanto, falar em Foro de São Paulo hoje, no atual contexto geopolítico latino-americano e com Donald Trump na chefia da Casa Branca, é completamente diferente da realidade de há poucos anos, quando o petismo chefiava o governo brasileiro e socialista-muçulmano Barack Obama governava os Estados Unidos.

Desse modo, assim como não podemos cometer o erro fatal de subestimar o inimigo, também não se deve cometer o erro de superestimá-lo e não enxergar suas fraquezas, principalmente quando elas estão visíveis a olho nu. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews.

Referência:

Morte Lenta do Foro de São Paulo: Seis Países Abandonam Unasul



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