por paulo eneas
O professor Olavo de Carvalho publicou nos últimos dias uma sequência de posts em sua rede social comentando sobre os eleições brasileiras e a candidatura de Jair Bolsonaro. Usando da capacidade de síntese e concisão que lhe é própria e única, o professor Olavo de Carvalho delineou com muita clareza e em poucas linhas tudo o que precisa ser entendido e compreendido no atual cenário político eleitoral brasileiro. 
Um cenário que traz, pela primeira vez após décadas, a direita como principal protagonista da disputa eleitoral e a única força política com real perspectiva de poder.

Em um post do dia 03/07, o professor Olavo de Carvalho diz: O maior perigo para a candidatura Bolsonaro não é a fraude nas urnas. É a cambada de espertinhos alegando a possibilidade da fraude como motivo para não votar, reforçando portanto o entendimento que temos expressado aqui no Crítica Nacional de que o incentivo à abstenção por conta de uma infundada certeza numa suposta fraude eleitoral constitui-se hoje na principal arma de guerra política contra a ascensão da direita ao poder.

No post seguinte sobre o tema, Olavo de Carvalho escreve: Quanto mais votos um candidato tem, mais difícil tirá-los dele para dá-los a um outro. Uma coisa é falsificar um ou dois por cento dos votos, como aconteceu em 2014, outra é repetir a proeza com trinta ou quarenta por cento. (…), resumindo de maneira cristalina o que esse portal vem repetindo desde sempre: fraude eleitoral é um ato político, que demanda condições políticas para ser realizado, que incluem as condições para que o resultado da fraude seja crível. Essas condições existiam na última eleição presidencial, mas não existem hoje.

No terceiro post da sequência, o professor derruba a falácia de que Jair Bolsonaro seria um homem do establishment, alçado à condição de presidente em potencial para manter o status quo de um sistema corrupto e viciado. Diz o professor: Voto no Bolsonaro e votaria nele em mil eleições que houvesse. O homem que convive com a putada mais torpe da política nacional durante décadas e sai limpo merece todo o nosso respeito e admiração, uma afirmação que constitui-se em um atestado de idoneidade dado ao presidenciável da direita pelo intelectual mais respeitado e reconhecido da vida pública nacional.

O professor Olavo de Carvalho prossegue na sequência com um quarto post onde, demonstrando sua generosidade e desapego a cargos no poder político, coloca-se à disposição do provável futuro Presidente da República para colaborar para resolver os problemas de nosso falido sistema de ensino público: Com o Bolsonaro na Presidência, não aceitarei cargo público, mas farei tudo o que estiver ao meu alcance para colocar um pouco de racionalidade no sistema nacional de ensino e na distribuição das verbas de cultura.

Por fim, em um post do dia 09/07 o professor Olavo diz: O futuro do Brasil depende de uma só coisa: conseguir manter a ordem até as eleições. Não se deixar conduzir nem por aqueles que querem o caos para precipitar um golpe militar, nem pelos que querem um golpe militar para justificar o caos. Nunca o sangue frio foi tão necessário, A situação é tão grave que ficar nervoso se tornou um luxo suicida. A defesa da ordem nesse período de transição até as eleições tem sido a tônica do posicionamento do Crítica Nacional, pois entendemos que a direita reúne todas as condições para vencer essas eleições, de modo que qualquer ruptura ou caos decorrente de agitação social que venha a comprometer a realização do pleito interessa unicamente à esquerda, pois ela sabe que será derrotada.

Os cinco posts somados tiveram cerca de vinte mil interações, além de milhares de compartilhamentos, o que evidencia a importância e o peso de manifestações públicas como estas feitas pelo professor Olavo de Carvalho a respeito de nosso cenário político de momento e a possibilidade real e concreta de a direita chegar ao poder na Presidência da República.

Os posts evidenciam que não há nada que justifique a abstenção por conta de um suposto risco de fraude, e indicam claramente o caminho a ser seguido pelos brasileiros de bem nos próximos três meses: manter a calma e a frieza, não flertar com a desordem e com o caos e comparecer em massa às urnas no dia 07/10 para eleger Jair Bolsonaro como Presidente da República. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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