por paulo eneas
O blog O Antagonista e o jornalista do jornal O Globo, Ancelmo Gois, publicaram nessa segunda-feira informações falsas e mentirosas a respeito de Luiz Philippe de Orleans e Bragança. As duas notas descrevem situações que nunca existiram no PSL no que diz respeito ao processo que levou à decisão sobre a escolha do vice de Jair Bolsonaro.

Na nota de O Antagonista, o blog afirma que (…) tampouco houve sintonia entre o príncipe e o comando da campanha de Bolsonaro, o que é rigorosamente falso: ao longo da campanha havia não apenas sintonia mas convergência de visão e de propósitos entre ambos, razão pela qual Luiz Philippe era um dos fortes concorrentes a vice e poderia muito bem ter sido escolhido.

Depois de falar de uma reunião tensa que nunca existiu, e desafiamos o blog a mostrar para seus leitores as evidências dessa suposta reunião, O Antagonista afirma que haveria da parte da Luiz Philippe uma certa prepotência incompatível com o espírito da campanha do capitão. A única prepotência que existiu aqui foi a do redator da nota, que na falta de informações corretas sobre o que realmente se passa na campanha de Bolsonaro, optou por fazer ilações com base em seu próprio imaginário.

Por sua vez, Ancelmo Gois, jornalista que teve o nome associado a uma lista de informantes da KGB por meio do codinome Ivan, publicou uma nota no jornal O Globo que chega a ser risível: ele afirma que Bolsonaro deixou de convidar Luiz Philippe para ser seu vice porque o príncipe teria supostamente se atrasado em duas horas em voo para a reunião em que o convite seria formalizado.

Obviamente é preciso ser muito ingênuo ou cínico para acreditar que uma decisão estratégica como a escolha do candidato a vice-presidente poderia ser revista ou anulada por conta de um suposto problema de logística associado a um atraso de um voo.

Uma imprensa desinformada e desinformante
O fato é que ninguém da grande imprensa teve competência para compreender e informar corretamente ao público sobre como se deu a escolha do vice de Jair Bolsonaro. Tanto Luiz Philippe quanto o General Hamilton Mourão atendiam aos critérios estabelecidos para a escolha, que poderia recair sobre um deles com igual probabilidade, como o Crítica Nacional escreveu ao longo da semana passada.

Luiz Philippe desfruta de um enorme prestígio entre os filiados do PSL e entre os apoiadores em geral de Jair Bolsonaro. Um prestígio que decorre, também mas não apenas, de seus longos anos de ativismo político. O General Hamilton Mourão, por sua vez, desfruta do mesmo prestígio, ainda que não tenha um histórico de ativismo político, pelo fato óbvio de ter apenas recentemente passado para a reserva.

A escolha do General Mourão não resultou, portanto, de qualquer avaliação depreciativa em relação a Luiz Philippe ou de algum suposto atrito entre ele e a campanha, como diz estúpida e erradamente o blog O Antagonista, que traz para seus leitores uma informação que além de ser errada é desabonadora em relação ao dois nomes colocados. Além disso, tanto O Antagonista quanto Ancelmo Ivan Gois parecem não saber que a última palavra sobre a escolha é, e sempre será, dada por Jair Bolsonaro, ouvindo a coordenação da campanha e seus conselheiros.

Luiz Philippe ficou mais fortalecido e prestigiado
A escolha do General Hamilton Mourão para ser vice se deu, entre outros, pela importância de fazer a coligação com o PRTB e pelo histórico de excelentes relações entre ele e Jair Bolsonaro. 
Se a escolha tivesse recaído sobre Luiz Philippe haveria igualmente motivos sólidos e robustos o bastante para justificar a escolha. Ainda assim, a grande imprensa seguramente iria inventar estórias sobre o porquê de o general não ter sido escolhido, como está fazendo agora com Luiz Philippe.

Luiz Philippe sai fortalecido desse processo. Seu nome ganhou projeção nacional e seguramente ele irá agregar e somar muito mais à campanha e ao futuro governo, independentemente do cargo que venha a ocupar. Afinal, ninguém é cogitado para ser o vice de um candidato que é o franco favorito para ganhar as eleições se não tiver capacidade e bagagem para isso.

Essa é a realidade concreta dos fatos que levaram à escolha do candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro. Esta é a realidade que os leitores do Crítica Nacional já sabem e já sabiam, pois nenhum outro veículo descreveu e narrou de maneira mais fiel todo o processo político que resultou nessa escolha. E não há mentira e fake news de O Antagonista ou do Agente da KGB Ivan que vai mudar essa realidade.

Com a colaboração de Débora Portugal. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

Comente com seu perfil do facebook: