por paulo eneas
Em convenção realizada nesse último domingo, o PRTB sacramentou o acordo que definiu a chapa Jair Bolsonaro para presidente e General Hamilton Mourão para vice. O acordo encerra um longo e rico processo de discussão e debate político tanto no PSL quanto fora dele a respeito da escolha do vice de Jair Bolsonaro.

Diferentemente dos demais candidatos, que enfrentaram dificuldades para encontrar seus vices e precisaram recorrer às velhas e condenadas práticas da velha política para compor suas respectivas chapas, Jair Bolsonaro teve ao longo desse período à sua disposição um conjunto de nomes de fazer inveja a qualquer presidenciável: Magno Malta, General Augusto Heleno, Dra. Janaína Paschoal, Luiz Philippe de Orleans e General Hamilton Mourão.

Ao final do processo, Jair Bolsonaro esteve diante de um excelente dilema: escolher entre Luiz Philippe de Orleans e o General Hamilton Mourão. Avaliamos que o critério que orientou a escolha do General Mourão foi a necessidade de composição política com o PRTB e o histórico de longos anos de relacionamento entre o general e o presidenciável, conforme descrevemos em detalhes em artigo dessa segunda, que pode ser visto nesse link aqui. 

A direita mais forte na história recente do país
A chapa Bolsonaro-Mourão resultante da coligação PSL-PRTB representa a formação política de direita mais forte na história recente do País nas últimas décadas. 
Ao contrário do que algumas análises têm sugerido, de que uma chapa com dois militares poderia encontrar resistência em parte do eleitorado, nós do Crítica Nacional temos outra avaliação: quem não gosta de militares no Brasil é a esquerda, a mídia e a classe artística, além de uma parcela inexpressiva da própria direita contaminada por um resquício de mentalidade politicamente correta.

O fato é que a imensa maioria dos brasileiros nutre uma estima e um apreço enormes pelas Forças Armadas e pelos militares. Nesse sentido, a presença do General Hamilton Mourão como o vice de Jair Bolsonaro confere não apenas garantia de segurança e solidez ao futuro governo, conforme descrevemos no artigo O Candidato A Vice-Presidente De Jair Bolsonaro: O Exemplo De Donald Trump publicado semana passada.

Em nosso entender, a presença do General Mourão irá também agregar em termos eleitorais, pois a imagem associada à chapa de presidente e vice vai ao encontro da percepção extremamente positiva que a maioria dos brasileiros têm em relação aos militares. Uma percepção que nunca é manifestada ou expressa na grande imprensa ou no meio acadêmico, pelo simples fato de que esses meios estão dominados pela minoria progressista de esquerda que acredita exercer o monopólio da opinião pública.

As eleições desse ano serão um divisor de águas na história política recente do País. A possibilidade real de vitória da direita com a chapa Bolsonaro-Mourão, que acreditamos ter grande probabilidade de ocorrer, representará também o sepultamento definitivo de determinadas concepções e dogmas eleitorais que serviam apenas quando a esquerda exercia a hegemonia no processo político. Essa hegemonia e protagonismo da esquerda não existem mais,  e a altamente provável vitória da direita com Bolsonaro-Mourão será a evidência cabal disso.

No vídeo abaixo, a gravação da plenária da convenção do PRTB, com as falas do presidente do partido e dos candidatos. Nos dois vídeos que se seguem, estão registradas as entrevistas que o Crítica Nacional fez com Levy Fidelix, General Hamilton Mourão e Jair Bolsonaro. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews





 

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