por paulo eneas
A tragédia representada pelo incêndio do Palácio Imperial de São Cristóvão, onde estava localizado o Museu Nacional, está sendo celebrada e comemorada por ativistas e militantes de esquerda nas redes sociais. Os comunistas e a esquerda de modo geral entendem que o passado histórico de uma Nação deve ser apagado e esquecido ou reescrito, de modo a fazer com que a única memória histórica preservada seja aquela que sirva aos propósitos de sua luta revolucionária.

A mentalidade esquerdista que advoga a negação do passado e a condenação da tradição e da herança cultural de base europeia e cristã que formaram a identidade do povo brasileiro é a mesma mentalidade que levou ao abandono do Museu Nacional do Palácio Imperial de São Cristóvão, e que resultou no incêndio que destruiu o mais rico acervo de nossa memória nacional.

Para a mentalidade de um esquerdopata, especialmente o staff esquerdista da UFRJ responsável pela administração do museu, a sua própria existência com o registro tangível de nosso passado e de nossas origens representava um obstáculo para o desejo e a vontade ideológica de negar nosso passado, reescrevê-lo e moldá-lo à luz de um projeto de transformação social futura de viés socialista. 

Um comunista sabe que não se constrói seu almejado futuro socialista sombrio sem a negação de um passado luminoso. O passado brasileiro, especialmente durante o período imperial, foi luminoso e deu lugar a uma das experiências únicas da história humana, que foi a formação do povo brasileiro, nascido de uma miscigenação sem paralelo na história dos demais povos do mundo, e assentada em bases ético-morais cristãs.

Este passado estava registrado em grande parte no Museu Nacional do Palácio Imperial de São Cristóvão, e é por esta razão que a UFRJ aparelhada e controlada por esquerdistas o desprezava. É isso que explica a falta de manutenção, que chegou ao ponto inacreditável de faltar água nos hidrantes de combate a incêndio.

A destruição do Museu Nacional do Palácio Imperial de São Cristóvão não foi um acidente. Sua destruição foi resultado de uma vontade ideologicamente motivada. É por essa razão que enquanto a esmagadora maioria dos brasileiros de bem lamentam a perda, a militância de esquerda celebra e comemora a destruição de nossa memória histórica.

Atualização após publicação:
O Palácio Imperial de São Cristóvão, que abrigava o Museu Nacional, foi a casa dos imperadores do Brasil. Foi o local onde viveram D. Pedro II e a Imperatriz Consorte Dona Teresa Cristina grande parte de suas vidas, e onde nasceram seus quatro filhos, dois meninos e duas meninas, sendo uma delas a Princesa Isabel. Eles foram criados no Palácio Imperial de São Cristóvão até o Golpe de Estado da proclamação da República e a consequente expulsão de toda família Imperial do Brasil.  
Colaboração de Débora Portugal. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


O vídeo abaixo foi produzido por um grupo de monarquistas antes da destruição do museu. 

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