por paulo eneas
Temos informações bastante seguras de que o cenário eleitoral aponta para a vitória de Jair Bolsonaro no pleito presidencial, havendo uma possibilidade não desprezível de vitória já no primeiro turno da disputa. Diante desse quadro e diante do patente fracasso do estamento burocrático em fazer deslanchar seu candidato prioritário, o tucano Geraldo Alckmin, começa a haver tentativas nada veladas de deslegitimar o pleito e até mesmo de promover uma sabotagem prévia do futuro governo de direita.

Semanas atrás o chefe tucano Fernando Henrique Cardoso declarou que o futuro governo seria de transição, sem dar qualquer justificativa institucionalmente plausível para essa afirmação. O mesmo Fernando Henrique que tentou promover a união das esquerdas, através de uma aliança entre os irmãos siameses tucanos e petistas para fazer frente ao crescimento da direita, decide agora fazer declarações estapafúrdias que atentam contra os interesses do futuro da Nação ao falar de uma suposta transitoriedade que não existe nem existirá.

Por sua vez, o tucano Geraldo Alckmin decidiu dar mais um tiro no pé na trajetória de sua fracassada campanha. Após o fiasco dos ataques a Jair Bolsonaro feitos por meio de vídeos editados e descontextualizados que tentavam opor Jair Bolsonaro às mulheres, a equipe do candidato tucano teve a brilhante ideia de mirar no governo de Michel Temer para tentar construir algum discurso que tire sua campanha da pasmaceira em que se encontra.

Candidato tucano perde no embate político até mesmo para Michel Temer
O resultado dessa nova investida de marketing foi outro tiro no pé: em dois vídeos publicados no Twitter, e que podem ser vistos mais abaixo, Michel Temer respondeu aos ataques dizendo aquilo que todos já sabem: que entre os principais aliados de Geraldo Alckmin, além daqueles envolvidos na Lava-Jato, estão inúmeros políticos que fazem parte do atual governo. A resposta de Michel Temer não deixa dúvida: um hipotético e improvável futuro governo do tucano Geraldo Alckmin representará a continuidade do atual governo, que hoje é rejeitado por mais de noventa por cento da população.

Esses e outros indicadores do cenário político evidenciam o desespero e a falta de estratégia de ação do establishment político diante da possibilidade concreta de vitória da direita. Na ausência dessa estratégia, a disseminação de pesquisas enganosas e mentirosas, trazendo um quadro de preferências eleitorais descolado da realidade, podem vir a servir unicamente para fornecer elementos para uma narrativa de questionamento do resultado do pleito eleitoral que muito provavelmente dará a vitória à direita.

Em nosso entender, foi a identificação dessa tentativa de deslegitimação do resultado do pleito usando as pesquisas eleitorais fraudulentas que motivou uma fala de ontem de Jair Bolsonaro, e que foi repercutida de modo enviesado e descontextualizado pela grande imprensa: ao dizer que o resultado eleitoral será questionado de qualquer maneira, Jair Bolsonaro sinalizou, ao nosso ver, que a discrepância esperada entre o que dizem as pesquisas hoje e o resultado das urnas poderá ser usada não para questionar os métodos de pesquisa dos grandes institutos, mas sim para questionar o pleito em si.

Questionar antecipadamente, com base em pesquisas sabidamente errôneas, o resultado de uma eleição em que a direita é franca favorita, e sugerir a transitoriedade do próximo governo, constituem-se ao nosso ver nas evidências de que as esquerdas e o establishment político já preveem sua derrota e, por conta disso, já estão ocupando-se de reunir elementos de narrativa para a guerra política que irão travar contra o próximo governo de direita. Uma guerra política que será também e principalmente contra os próprios interesses do povo brasileiro. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews