Não Se Trata de Um Agressor: Trata-se de um Criminoso Terrorista

Adélio Bispo de Oliveira é um criminoso e terrorista, que planejou meticulosamente assassinar um candidato a Presidente da República. Ele agiu movido por razões políticas. Adélio planejou o crime com antecedência, deslocando-se e hospedando-se na cidade em que sua vítima estaria em campanha. Muito provavelmente não agiu sozinho, e contou com o concurso e suporte logístico de outras pessoas para sua ação terrorista e criminosa.

No momento do crime, Adélio agiu de maneira calculada e com frieza, aproveitando-se de um momento de maior exposição e vulnerabilidade de sua vítima para desferir-lhe com destreza uma facada com a intenção deliberada de matar, sabendo que sua vítima teria pouca ou nenhuma possibilidade de defesa.

Adélio Bispo de Oliveira assumiu riscos em sua ação criminosa, como fazem os terroristas muçulmanos: ele sabia que poderia ser linchado pela multidão que estava no local. Adélio teve sua vida e integridade física preservadas porque os apoiadores de Jair Bolsonaro o imobilizaram e impediram seu linchamento, até que ele fosse entregue à Polícia para responder por seu crime na forma da lei.

A despeito desse conjunto patentemente óbvio de fatos e circunstâncias, a grande imprensa insiste em referir-se ao criminoso terrorista como sendo um simples agressor, ou o rapaz que agrediu Jair Bolsonaro, como se um crime hediondo dessa natureza pudesse ser comparado a uma briga de rua banal entre dois homens.

É esse relativismo moral e essa inversão de valores, acompanhados da flagrante falta de compromisso com a verdade, que tornam a grande imprensa responsável em grande parte por esse crime, como destacou o General Augusto Heleno no vídeo mostrado abaixo. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


General Augusto Heleno Comenta O Atentado Contra Jair Bolsonaro


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