por paulo eneas
A menos de trinta dias das eleições presidenciais mais importantes de nossa história recente, estamos assistindo não um debate e discussão para a solução dos reais problemas do País nas áreas de segurança e criminalidade, saúde e educação, retomada do crescimento econômico, política externa e reforma e enxugamento do Estado. Em vez disso, a opinião pública tem que ocupar-se das chicanas jurídicas dos advogados de um presidiário pseudo-candidato junto à suprema corte nacional, que foi praticamente monopolizada para essa finalidade.

Em plena campanha eleitoral, os brasileiros têm que ocupar-se do estado de saúde do líder inconteste das intenções de voto e que seguramente será o próximo Presidente da República, e que foi alvo de um atentado terrorista criminoso cujo autor a grande imprensa ocupa-se em blindar e proteger, procurando apresentá-lo como um desequilibrado mental agindo solitariamente, e não como sendo aquilo que ele é: a peça descartável de um mecanismo criminoso poderoso e corrupto, que apossou-se do estado brasileiro e dele não pretende abrir mão.

Nos debates nas redes de televisão, com poucas exceções, bancadas formadas por jornalistas analfabetos funcionais preocupam-se unicamente em fazer guerra política-ideológica, inquirindo candidatos não sobre suas reais propostas para o País mas sim sobre o mau gosto ou bom gosto de uma piada, ou sobre interpretações do passado histórico recente da Nação. Não é difícil a um observador atento perceber que essas eleições têm sido marcadas por uma pauta esquizofrênica. Uma esquizofrenia que reflete o estrago gigantesco que a esquerda causou ao País nas últimas décadas em que ela exerceu sua hegemonia. 

E justamente para começar a por fim a essa hegemonia, para fazer com que o debate nacional reflita os reais problemas da Nação e não as veleidades ideológicas de uma minoria do Leblon ou da USP e Vila Mariana, é que a esquerda em todas as suas vertentes, dos maoistas do PCdoB à socialdemocracia de fraque e luva de pelica do PSDB, precisa ser derrotada. A derrota a ser imposta às esquerda nessas eleições é a condição sine-qua-non para que o País consiga voltar a discutir e encontrar soluções para seus problemas reais, que estão longe daqueles pautados pelo imaginário doentio dos esquerdistas.

Um imaginário que ainda permeia e ocupa os espaços das redações de jornais e revistas e dos estúdios de rádio e televisão. Um imaginário doentio que transformou as universidades públicas em fábricas de zumbis. Um imaginário doentio que enxerga virtudes em um criminoso e dele se compadece, ao mesmo tempo em que culpa a vítima do crime pelo seu infortúnio. Um imaginário doentio que não vê freios morais para promover a sexualização precoce de crianças.

É desse imaginário doentio da esquerda que o Brasil precisa livrar-se nessas eleições, para trazer para o palco os problemas reais que a Nação precisa encarar e resolver. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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