por paulo eneas
Desde o início do mês de setembro, a campanha presidencial brasileira vive uma situação possivelmente nunca observada em nenhuma outra eleição: o candidato favorito encontra-se impedido de fazer campanha por ter sido vítima de um atentado terrorista perpetrado por razões políticas. 

A grande imprensa, por sua vez, tenta ocultar a motivação eleitoral do crime, ao mesmo tempo em que procura inflar artificialmente o candidato porta-voz de um presidiário condenado por corrupção, e que concorre pelo partido mais rejeitado e desprezado do País.

Sob estas condições, era de se esperar que a campanha de Jair Bolsonaro passasse a sofrer dificuldades quase intransponíveis. Afinal, por definição, não existe campanha sem candidato. Mas o que vimos nas últimas semanas foi um empenho e um esforço sem precedentes do General Hamilton Mourão, que tem conduzido a campanha como ninguém mais mostrou-se com a competência e capacidade política para fazê-lo à altura.

Por essas, e outras razões, entendemos que a escolha do General Hamilton Mourão para ser candidato a vice-presidente foi a segunda decisão mais acertada de Jair Bolsonaro. A primeira, foi a de ter decidido há alguns anos concorrer à Presidência da República. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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