Nesse momento crucial de nossa história, os apoiadores de Jair Bolsonaro, que são os milhares e milhares de soldados anônimos que voluntariamente levam a campanha do capitão às ruas de todo o País, não podem se dar ao luxo de ficarem impressionados com imagens e vídeos falsificados retratando supostas grandes mobilizações da esquerda.

As mobilizações dos comunistas ocorreram, ainda que em menor escala do que retratado, mas isso não pode impressionar ninguém: a esquerda sempre teve os meios e os recursos para mobilizar sua militância, e potencializar essas mobilizações por meio de uma ampla e favorável cobertura da grande imprensa. E nesse sábado não foi diferente.

Importa é perguntar se essas mobilizações exclusivamente de militantes contam com a adesão da gente comum do povo à causa defendida por esses comunistas: e a resposta é um rotundo não. Pois enquanto algumas dezenas de milhares de militantes especializados em miçangas e em canabis dizem EleNão com o apoio da mídia, milhões de brasileiros comuns, pessoas trabalhadoras e honestas e cristãs, dizem #EleSim.

Essa imensa maioria de brasileiros do bem diz sim a Jair Bolsonaro, com a mais sincera e profunda de suas convicções. A maioria diz #EleSim a Jair Bolsonaro porque já está blindada em relação às narrativas mentirosas da grande imprensa. A maioria do bem diz #EleSim a Jair Bolsonaro porque sabe que a esquerda quase destruiu o País, e sabe que se a esquerda voltar ao poder o Brasil irá se tornar uma Venezuela. 

Essa maioria do bem diz #EleSim a Jair Bolsonaro porque sabe que estando a Nação liderada por ele a nossa bandeira jamais será vermelha. É essa maioria do bem que deve servir de inspiração para ativistas e apoiadores seguirem firmes e seguros na reta final da campanha, para assegurar a nossa vitória já no primeiro turno das eleições.

Paulo Eneas
Editor do Crítica Nacional
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