Exclusivo: Novo levantamento digital mostra crescimento das chances de vitória de Jair Bolsonaro. Junto com esse levantamento, trazemos uma entrevista inédita com um dos diretores da Agência Encuestas Digitales.

Novo Levantamento Digital
O mais recente levantamento de dados digitais na rede realizado pela agência norte-americana Encuestas Digitales mostra Jair Bolsonaro com 47.25% de intenções de votos válidos, conforme mostra resultado do levantamento publicado nesse domingo, dia 30/09, e exibido no gráfico abaixo. Os métodos utilizados pela agência Encuestas Digitales foram descritos no artigo Pesquisadores Nos Estados Unidos Sinalizam Vitória De Jair Bolsonaro No Primeiro Turno, publicado pelo Crítica Nacional há algumas semanas.

Esse novo resultado mostra um crescimento na projeção de vitória em primeiro de turno de Jair Bolsonaro em relação ao levantamento anterior da própria agência. Os dados estão consistentes com o crescimento observado pelo Encuestas Digitales do nome de Jair Bolsonaro no Google Trends: o nome do capitão responde por 67% das buscas na internet, seguido por Fernando Haddad, com 12%. Os demais candidatos ficam todos abaixo de 10% nesse quesito, conforme também mostrado na imagem abaixo:




Entrevista com Diretor da Agência Encuestas Digitales
O Crítica Nacional teve acesso exclusivo a uma entrevista conduzida de modo independente com um dos diretores do Encuestas Digitales. A íntegra da entrevista pode ser lida abaixo. 

O que é o Encuestas Digitales e como funciona?
Significa a entrada da inovação mediante análise de sentimentos de massas populacionais. Tudo tem mudado na sociedade e não há como aceitarmos sermos dominados pelas mesma pesquisas de opinião como método desenvolvido nos anos 70. O objetivo é apresentar esta inovação no cenário internacional.

E como funciona e qual metodologia usada para obter tantos acertos nas pesquisas desenvolvidas pelo Encuestas Digitales?
Não se trata de uma pesquisa nem uma enquete. Trata-se de uma projeção probabilística, através da análise de macro fluxos digitais com processo de algoritimização, que permite obter estes resultados. Esse método tem sido usados em outras frentes como mercado financeiro, análise de esportes, levantamento de opinião de outras áreas.

O método funciona bem porque é muito eficiente analisar um macro fluxo que contêm milhões de informações do que uma estratificação de mil, duas mil pessoas. Com isso temos obtido um respaldo muito grande no cenário científico internacional. Não se trata de uma pesquisa, é um método de coletas de dados onde não se pergunta em uma pesquisa “em quem você vai votar”.

Trata-se de uma inferência através de uma análise de fluxos, não se faz uma pergunta, é uma análise do que está em movimento nas redes sociais, uma avaliação do que está acontecendo nas redes sociais, comportamentos online, buscas em ferramentas de buscas em perfis (sempre em contas que tenham acesso públicos).

Muitas vezes as pessoas fazem buscas e navegam, e a coleta do macro fluxo destas informações permite fazer esta inferência. O método é inovador e não se trata de uma pesquisa, é um trabalho, um estudo e como tal é diferente dos métodos tradicionais, baseado numa nova métrica de enxergar a movimentação social, e portanto não esbarra em ilegalidade pelo TRE/TSE.

O estudo que é feito pelo Encuestas Digitales funciona legalmente nos EUA? Existe amparo legal ou simplesmente o governo americano não interfere nesta iniciativa?
Os esquemas de donos de mercado não funcionam aqui nos EUA, pois aqui não existe a obrigação de seguir os cartéis, como ocorrer com os brasileiros. O que existe aqui é uma grande respeitabilidade pela liberdade de opinião e de opção nos países de primeiro mundo. O ponto de vista é que em um país com uma democracia real, com imprensa verdadeiramente livre, todas pesquisas e trabalhos possam ser divulgados deixando as pessoas livres para escolherem aquilo que consideram mais consciente, mais importante.

Qual a justificativa para se dizer que no Brasil não tem legalidade e por qual razão não aceitam esta análise de dados?
A sociedade está mudando, o pensamento é livre e não podemos aceitar um modelo social onde algumas pessoas digam o que pode ser lido, publicado, pensado. Já que o pensamento é livre, não adianta proibir algo achando que será aceito no mundo inteiro. A internet é livre e nos permite um pensar livre e divulgar de informações de modo bastante intenso.

Os resultados do Encuestas Digitales são diferentes diferentes das pesquisas oficiais do Brasil. Os números são bem diferentes sendo que no último lançamento do dia 09 de setembro Bolsonaro estaria com 42%, Ciro com 9%, Haddad com 9%, Marina com 7%, Alckmin com 7%, Álvaro com 5%, Amoedo com 4%, Meireles com 4%, Daciolo com 3%, Boulos com 2%, Emael, Vera Lúcia e Goulart não pontuam. Você acredita que estes dados extraídos desta pesquisa, feita pelos algoritmos da internet no Brasil, pode representar uma realidade do nosso cenário já que o Brasil é um pais enorme com dimensões continentais e muita gente não tem acesso a internet? Como é feita a avaliação desse nível de acesso que não chega a 100%?
A Encuestas Digitales não tem lado. Antes mesmo da agência existir já havia publicações de estudos em nível laboratorial, como ocorreu no caso da eleição de Donald Trump. Nessa oportunidade, o levantamento foi feito em nível de estudo em laboratório, registrado em cartório, o que comprova o funcionamento do método. Decidimos criar uma “Agência” para expor esses dados. Ainda não é uma empresa, porquê ainda não tem receitas. Não é uma pesquisa contratada. É um site que expõe informações. 

Assim como foi publicada esta análise probabilística dando esses números citados acima, outros estudos no passado já foram publicados, inclusive com Lula em primeiro lugar. O Encuestas Digitales não tem lado, quem tiver em primeiro lugar é o que vai aparecer, é totalmente isento, não se consegue manipular algoritmos que foram definidos com critérios de organização matemática e estatística e que darão um resultado no final, um resultado de alta confiabilidade, e devido a isso funciona muito bem.

Quando se coloca máquinas digitais para se fazer este tipo de processamento o processo é mais objetivo, dinâmico e consistente. No caso do Brasil ter uma diversidade territorial, ter uma amplitude e ter uma parcela de população supostamente fora da internet, isso tem sido muito questionado, mas os dados oficiais de telefonia no Brasil e a cobertura de internet para aqueles que utilizam celular é grande no Brasil. Mesmo em estados distantes como Roraima, Rondônia e Acre, que possuem problemas de acesso, a taxa de cobertura é muita alta, o que acaba trazendo um universo amplo para a base de coleta de dados.

O Encuestas Digitales não é pago por nenhum grupo que possui interesse no resultado de campanha, é um trabalho de pesquisa dentro da rede da internet sem interesse de manipular essas informações para beneficiar algum candidato qualquer que seja o lado. Porque não existe lado, não existe opinião, não existe vocação partidária. Trata-se de pessoas desconectadas da realidade partidária brasileira e os números são números, e são colocados com a clareza que são apresentadas a todos.

Os resultados do Encuestas Digitales tem causado impacto no Brasil, e a empresa vem tentando evitar problemas com a justiça brasileira. O material é todo produzido e enviado de fora do Brasil para não ter nenhum tipo de risco. Quais seriam os principais riscos se fosse feita esta coleta de dados ancorada no Brasil?
Não é exatamente a remessa, com dados produzidos fora e remetidos. Os dados são produzidos fora do território brasileiro, analisados, postados e armazenados fora do Brasil. São computadores sediados no exterior, onde a lei brasileira não se aplica. As coisas são feitas de maneira a não apresentar qualquer risco de desequilíbrio no processo político no Brasil.

Aplica-se aqui a filosofia da “ética hacker”, pelo lado positivo: hackers do bem. Trata-se de uma concepção que permeia a sociedade de informação com a mensagem de que a informação quer ser livre. Se existe a informação e ela está se apresentando através de um fluxo de milhões de pessoas que estão se comunicando e interagindo na internet, acredita-se na obrigação de divulgar a informação, sem querer questionamentos legais e problemas judiciais. Acredita-se na importância de divulgar a informação sem querer beneficiar alguém, interessa divulgar a informação claramente como deve ser.

Caso essa coleta de dados tivesse o Fernando Haddad em primeiro lugar como exemplo, esse material continuaria sendo publicado?
Claro, o material continuaria a ser publicado, não há financiamento, não existe alguém pagando esta pesquisa, o projeto é colocar o site no ar e este site ser uma fonte de acesso e através disso ele gerar a sua sustentabilidade, não existe um financiador do projeto, o que permite a tranquilidade na transparência da informação.

Mesmo que Fernando Haddad estivesse em primeiro lugar esta informação iria aparecer. O Encuestas Digitales inclusive foi o primeiro a apontar o crescimento de Haddad quando os outros institutos ainda não falavam nada, as parciais do Encuestas Digitales já apontavam este crescimento.

Quando estes dados foram apresentados em ambiente técnico houve este questionamento que o candidato jamais subiria, e agora em outras pesquisas ele vem se confirmando, assim como candidatos pequenos como Guilherme Boulos que aparece nos estudos com uma densidade muito maior do que nas pesquisas tradicionais apresentando um crescimento grande nas redes sociais, como o próprio candidato cabo Daciolo que aparece em crescimento nos últimos dias pela questão de ter entrado na luta contra a urna eletrônica, o que demonstra que se fosse uma pesquisa parcial ou tivesse interesse ela não apontaria este tipo de dado. Até porque, como já disse antes, não é uma pesquisa, é um estudo probabilístico.

O Encuestas Digitales é um grupo de pessoas que querem a transparência, que ajudam a dar maior transparência sem vínculo partidário, sem vínculo de interesses pessoais, com taxa de acerto grande por conta dos estudos técnicos. O Encuestas Digitales não está vinculado a ninguém, o vínculo é principalmente um relato do que está acontecendo no universo digital?
O Encuestas Digitales entende do que está em jogo é a liberdade de escolha, não é exatamente uma questão legal, é algo acima, na super estrutura do pensamento social de liberdade de escolha. Conhecendo-se o procedimento e os métodos, nada mais é que uma obrigação colocar esta informação ao público.

No caso de Donald Trump foi lançado um estudo independente. Ainda não existia o website nem a Agência Encuestas Digitales. O estudo mostrou os números, e foi feito o registro em cartório, com margem de erro foi de 0,01%,  o que é algo impressionante. Foi uma previsão tanto para o número do quantitativo dos votos diretos quanto uma previsão para os votos dos delegados, e acertamos nos dois cenários.

Na eleição do Paraguai, foi feito com uma proximidade grande. O caso do Paraguai foi importante porque é um país bilíngue que tem um percentual grande de população indígena. Houve então essa mesma discussão se esse número representa realmente uma sociedade toda ou só os internautas, e o exemplo do Paraguai foi importante para mostrar isso.

Houve a decisão de colocar um website, criado como versão beta, e que teve milhões de acessos. Isso significa que as pessoas querem inovação, devido a estarem cansadas com o modelo estressado em que há muita discussão em torno das pesquisas tradicionais por muitos erros que aconteceram devidos a questões metodológicas.

Há problemas metodológicos e a inovação vem e é preciso que as coisas consigam coexistir, o que significa aceitar ambas as técnicas, o velho tem que dar espaço ao novo e o novo tem que saber dialogar com o velho. A sociedade tem que ter opção de escolher entre os dois. Com base no volume altíssimo de acessos, foi uma surpresa porque o website era uma versão beta, um teste. Em seguida fizemos toda uma engenharia de restruturação, o website foi retirado do ar e logo estará de volta com dados atualizados sobre o cenário nacional.

Foi comentado sobre o volume de acessos. Agora, o que dizer sobre o volume de críticas que o Encuestas Digitales vem recebendo dizendo que é fake, dizendo que o método não pode ser atribuído? O Encuestas Digitales acha que se o resultado desse momento fosse diferente do que ele é, por exemplo colocando qualquer outro candidato como Ciro, Marina, Haddad ou Alckmin se o resultado real fosse invertido com Bolsonaro lá atrás, vocês acreditam que o grupo de vocês estaria sendo tão perseguido?
Sempre há os críticos, os institutos de pesquisas sofrem com isso, publicar um estudo em que sempre alguém ficará feliz e outros não. O cenário seria esse se o resultado do Encuestas Digitales estivesse dando dentro deste prognóstico algoritimizado, se estivesse dando dentro deste quadro outro candidato ou candidata com mais probabilidade de vencer a eleição, ainda assim estaria havendo uma reclamação.

Mas não haveria este perfil persecutório, pois quando se mexe com este perfil do politicamente coreto, sem entrar em valoração, vem uma carga mais pesada de questionamento de levar pelo lado de ser algo fake, enganoso. As pessoas que estão questionando não aceitam como um trabalho diferente, elas querem qualificar como coisa enganosa, fake.

Seria bom se houvesse críticas como algo diferente, discordar do método e não dizer que “não é algo como penso, logo é uma farsa”, “é uma pesquisa fake”. As pessoas precisam aprender a conviver com a diversidade de opinião, a conviver com a diversidade de métodos científicos.

É um trabalho, mas é um trabalho diferente com métodos diferentes e uma proposta diferente, está explicado no site. O gráfico que diz que Bolsonaro tem 45,6% de probabilidade de vencer as eleições, isso não é uma pesquisa, mas uma probabilidade. E com isso alguns dizem ser uma “pesquisa fake”, espera-se ter a chance de explicar claramente com o devido cuidado de não se expor devido as regulamentações, mas o ideal seria que a regulamentação brasileira fosse de liberdade, por exemplo.

Danilo Genitili foi fazer uma enquete no perfil dele no twitter e foi intimado. Então achar que se vive numa democracia e ter essas coisas, parece ser um contra senso, pois é como Venezuela. É preciso haver liberdade, liberdade de colocar as informações e quem coloca uma informação tem que fundamentar como chegou as essas conclusões, qual é o histórico, tudo que fez.

O Encuestas Digitales tem muitos documentos, documentos registrados em cartórios que não podem ser apresentados e não serão apresentados neste momento por proteção a essa informação, considerando inclusive o que está acontecendo no Brasil com pessoas partindo para violência tanto real como simbólica.

O Encuestas Digitales quer colocar o método e apresentar a inovação porque sente que a sociedade quer inovação. Nosso website foi ao ar como beta teste em três dias. No quarto dia teve dois milhões de requisições de arquivos e milhares de pessoas acessando. Isso significa que a população está dando seu recado, as pessoas estão passando sua mensagem. Elas querem acessar isso, elas estão procurando um caminho que isso possa ser feito de uma forma confortável.

Todos os candidatos dizem que querem mais liberdade para imprensa, mais liberdade de ideias, mais liberdade de opinião, todos dizem ser a favor do diálogo, de novas formas de diálogo e pelo visto o método do Encuestas Digitales não está sendo encarado com essa possibilidade de liberdade?
Se todo mundo fala que quer viver numa democracia vamos fazer isso de verdade, todo mundo fala mas existem problemas com relação a isso, o Brasil está entre os primeiros lugares do mundo de cerceamento de liberdade imprensa segundo alguns relatórios.

O caso vivido pelo Encuestas Digitales é um tipo de cerceamento, intimidação, de pressão, porque está publicando uma informação livre que deveria ser livre porque as pessoas estão pedindo isso, e não viver este clima de que “como você não está fazendo parte do cartel então vamos te atacar”.

Dai surgem veículos de comunicação para denegrir a imagem, dizer que é uma coisa fraudulenta, que é uma fake. Seria melhor discutir métodos, discutir critérios algoritmicos, discutir os pesos, discutir os métodos de coleta de informação. Seria positivo fazer isso no futuro.

Foi comentado sobre ataque e pressões que o Encuestas Digitales recebe, o site de vocês já deve estar sendo bastante atacado não só por mídia, não só por questão de falar sobre ele, mas também de invasões, tentativas de descobrir quem são vocês etc?
As matérias jornalísticas que aconteceram nos últimos dias que foram citadas, que nem sabemos se podem ser chamadas de matérias jornalísticas, chamaram a atenção porque coincidiram e eclodiram duas coisas ao mesmo tempo: algumas matérias questionando o conteúdo do nosso estudo junto com ataques cibernéticos de alto calibre. Coisas poderosas que sabemos não serem feitas por garotos em casa, então existem interesses pesadíssimos em volta disso.

O questionamento e a qualidade do trabalho do Encuestas Digitales está associado a interesses violentíssimos. Quem atacou o site e derrubou o site por duas horas, não foi ataque de garoto de escola, foi coisa de gente com muito dinheiro, muita estrutura, com tempo para gastar com isso, porque foram ataques intermitentes, multifacetados, coisas bastantes complexas.

A coincidência chama a atenção, vai continuar acontecendo e por isso foi feita uma reestruturação na engenharia do projeto todo. Há uma semana era um projeto teste, um projeto beta, então o Encuestas Digitales se sente na obrigação de dar satisfação para os milhões de pessoas que acessaram o site e continuar dando informação para as pessoas de forma eficiente, estável e rápida e estamos trabalhando nisso agora.

Mais uma questão sobre justiça, sobre Brasil. Todo trabalho de vocês está ancorado fora. Este ancoramento fora do Brasil não deixa o Encuestas Digitales livres de qualquer questão e pendenga judicial aqui no Brasil?
Em termos legais sim. Onde o Encuestas Digitales está hospedado não existe vigência da regra brasileira. Pode sim haver um processo, e dependendo do que acontecer algumas pessoas da equipe podem nunca mais colocar os pés no Brasil de novo, e isso está sujeito a acontecer.

Onde o Encuestas Digitales está não existe incidência legal, a regra vigente aqui é da liberdade, da qualidade, da ética informacional. Sempre há o risco e sabe-se que está assumindo este risco, mas é muito forte nossa intenção de tornar a informação livre, e essa disposição nossa se impõe neste cenário.

Lembrando que quando se deparar com este cenário de pessoas que vão analisar esta questão toda no aspecto legal, primeiro que compreendam que isso não é uma pesquisa de opinião, é um estudo probabilístico algoritimizado, portanto não se encaixa nas proibições. E em segundo lugar, esse estudo está sendo feito fora do Brasil e não há o que se discutir sobre a aplicação da lei brasileira neste caso. Um pais não pode entrar na esfera de outro país e impor suas regras, pois há um equilíbrio global que não comporta esta possibilidade.

O que vai acabar dando o aval para o Encuestas Digitales certamente vai ser o resultado final das eleições presidências no Brasil. A melhor oportunidade é esta, tirar a prova real do processo todo no mundo prático.

Boa sorte para vocês. O sistema é bruto e o Encuestas Digitales está mexendo com pessoas de grosso calibre, vocês estão mexendo com a estrutura nacional através da uma simples análise de dados e esta análise de dados coloca diversas pessoas em risco porque não está sendo bem vista pela nossa justiça e pelo nosso establishment aqui no Brasil. Boa sorte, e esperamos que não consigam derrubar o trabalho de vocês que está sendo feito nos EUA. Aqui no Brasil deveríamos estar apenas observando como um método de estudo e como um método a ser comprovado ou não, então nenhum de nós poderia dizer que o método está incorreto, porque só vamos saber isso depois do resultado da eleição, correto?
Uma palavra chave foi falada: é o establishment, e temos noção disso. Há interesses fortes e poderosos, todo pessoal tem noção disso, mas é uma informação que está aí, ela aparece nos estudos e não há porque não publicá-la. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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