por paulo eneas
Tudo indica a ocorrência de fraudes nas eleições do primeiro turno, e as evidências dessa fraude não podem ser negadas. Resta saber o que os apoiadores de Jair Bolsonaro devem fazer daqui para a frente diante desse dado novo no cenário político-eleitoral. É preciso antes que os leitores tenham em mente o seguinte:

a) As pessoas que podem efetivamente fazer algo diante desse cenário de fraude não estão paradas. Desde a divulgação do resultado do primeiro turno tem havido uma intensa movimentação de pessoas com capacidade de decisão e de implementação de ações no sentido de mitigar esse problema.

b) Estão sendo tomadas medidas no sentido de orientar os eleitores sobre como garantir que seu voto seja corretamente registrado na eleição no segundo turno. Nos próximos dias serão divulgados materiais de orientação nesse sentido.

c) Uma força-tarefa está sendo preparada para uma efetiva apuração e fiscalização paralelas, que serão feitas em tempo real na dia da votação do segundo turno. Também nos próximos dias serão divulgados os detalhes a respeito.

Isso posto, entendemos que cabe agora à militância e aos apoiadores de Jair Bolsonaro não permitir que a preocupação, legítima e fundamentada, com a fraude venha a pautar e guiar nossas ações nos próximos dias.

A nossa prioridade deve ser, isto sim, fazer a campanha, conquistar os eleitores que votaram em outros candidatos ou simplesmente deixaram de votar no primeiro turno, e convencê-los a votar em Jair Bolsonaro. Devemos também reforçar as gigantescas mobilizações que estão sendo programadas para do dia 21/10.

Propostas que estão sendo feitas no sentido de implementar o voto impresso ou voto em cédula para esse segundo turno esbarram em dificuldades jurídicas, entre elas:

1) A impossibilidade de aprovação de PEC devido à intervenção federal no Rio de Janeiro.

2) O princípio da anualidade da legislação eleitoral, que não pode ser suspenso em meio a uma eleição que já está em andamento.

Além disso, a mobilização política para a mudança de regras iria necessariamente ocupar todo o tempo e o esforço da militância nos próximos dias: a militância iria na prática deixar de fazer campanha para ocupar-se de mobilizações para a mudança das regras eleitorais.

Em vez disso, devemos, além de intensificar a campanha em favor de Jair Bolsonaro, mostrar aos brasileiros o desastre que seria para o País a hipotética volta dos petistas ao poder. O poste nacional do presidiário petista, Fernando Haddad, tem um telhado de vidro enorme, não possui carisma nem respaldo popular, ao contrário de nosso líder Jair Bolsonaro. 

Devemos, portanto, usar esses fatos em nosso favor, e ir para as ruas e redes sociais com essa agenda e essa pauta, para consolidar nossa vitória no segundo turno. Estamos convencidos de que nada, nem mesmo tentativas de fraude, irá impedir a nossa vitória no segundo turno. Mas para isso precisamos nos mobilizar e ter o foco voltado para a campanha. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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