por paulo eneas
A revelação das fraudes ocorridas no primeiro turno gerou uma paralisia em parte dos ativistas e apoiadores de Jair Bolsonaro, que passaram a pautar suas iniciativas e preocupações com propostas para mudanças das regras eleitorais, como a adoção imediata do voto em cédula, acompanhadas de uma percepção ao nosso ver errônea de que “ninguém está fazendo nada” e de que a vitória do inimigo é quase inevitável.

Também existe uma percepção errada por parte de influenciadores da opinião pública no campo da direita de que a denúncia da fraude possa gerar uma mobilização popular comparável às mobilizações que efetivamente existiram, muitas delas espontâneas, em apoio a Jair Bolsonaro durante o primeiro turno. A nossa experiência de quase dois anos de tentativas de trazer para as ruas a pauta do voto impresso ou em cédula mostrou que isso não é verdade.

O fato é que estamos nesse exato momento em um campo de batalha, uma batalha de uma guerra pela disputa real de poder. Essa guerra impõe uma situação distinta daquela do ambiente normal da guerra política e cultural, onde o confronto de ideias e entendimentos distintos sobre um dado tema gera um debate que enriquece o campo da direita.

No entanto, o momento não é de debate, e sim de combate. E o combatente no campo de batalha não faz o que lhe vem à cabeça, mas sim o que seus comandantes determinam. Os nossos comandantes são o Capitão Jair Messias Bolsonaro e General Hamilton Mourão, e as diretrizes dadas por ambos até esse momento são claras:

a) Orientar o eleitor sobre com proceder no dia da votação caso surja algum problema com a urna. Precisamos iniciar uma ampla campanha de informação, correta e legalmente embasada, para essa orientação.

b) Ir para as ruas e as redes fazer campanha, divulgar o programa da chapa Bolsonaro/Mourão, mostrar o mal que representaria uma hipotética vitória dos petistas, e conquistar os eleitores que votaram em outros candidatos.

Essas diretrizes têm sido explicitadas tanto nas lives diárias de Jair Bolsonaro quanto nas manifestações de públicas do General Mourão, como pode ser visto na entrevista que ele concedeu essa semana ao Crítica Nacional, conforme mostra o vídeo abaixo.

De nossa parte, seguiremos essas diretrizes e nenhuma outra, a menos que haja alguma mudança de orientação por parte de quem de fato orienta e comanda esse processo: Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews



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