por paulo eneas
Os números do primeiro turno, ainda que tenham sido fraudados em diversas zonas eleitorais em favor do poste nacional petista, bem como os apoios políticos manifestados após o início da campanha do segundo turno, mostram que é virtualmente impossível, tanto por razões políticas quanto por razões matemáticas, que Jair Bolsonaro não venha a vencer a eleição para presidente da república.

Enquanto o poste nacional petista não consegue angariar nenhum apoio relevante nem dentro nem fora do campo da esquerda e ainda enfrenta dissenções entre aliados potenciais ligados à candidatura derrotada de Ciro Gomes, Jair Bolsonaro vem recebendo apoio em ampla escala nacional, como é o caso do apoio da maioria dos candidatos a governador nos estados, incluindo o candidato João Doria em São Paulo.

Além do apoio manifesto de mais da metade do novo Congresso Nacional eleito no primeiro turno, o mercado financeiro já considera Jair Bolsonaro o presidente eleito. É bem verdade que havia anteriormente um certo temor no mercado ante uma suposta crise de governabilidade de Jair Bolsonaro por conta de um Congresso que fosse hostil. Esse temor foi sepultado com a formação de uma maioria conservadora.

A esse respeito, a percepção do mercado hoje é exatamente oposta: o risco de crise de governabilidade existiria  somente em um hipotético governo de Fernando Haddad, que dificilmente conseguiria montar uma base de sustentação parlamentar, mesmo usando dos métodos nada republicanos empregados usualmente pelos petistas.

Pesquisa divulgada nessa quarta-feira pela Revista Crusoé, além de mostrar a vantagem de mais de vinte pontos percentuais de Jair Bolsonaro sobre o poste petista, traz uma informação preciosa: mais de noventa por cento dos eleitores de Bolsonaro afirmam que sua opção de voto já é definitiva. O que significa que nenhuma estratégia de difamação e calúnia por parte da equipe do poste petista conseguirá demover os milhões de eleitores, mais da metade do eleitorado, que já decidiram votar no capitão.

Em termos estritamente numéricos, é esperada um ligeiro aumento na abstenção geral nesse segundo turno, principalmente por parte dos eleitores cujos candidatos ficaram de fora do segundo turno. Dependendo do índice de abstenção, e considerando a fidelidade inquestionável do eleitorado de Jair Bolsonaro, é matematicamente possível que Jair Bolsonaro possa vencer a eleição bastando apenas ter o mesmo número de votos que teve no primeiro turno.

Por outro lado, a matemática é cruel com o poste nacional petista: ele precisaria ter no segundo turno cerca de vinte milhões de votos a mais para empatar com a votação obtida por Jair Bolsonaro no primeiro turno. Um número impossível de ser alcançado sem a ampliação de apoios e formação novas alianças robustas, o que efetivamente não foi conseguido pela campanha do poste petista.

Portanto, todas as condições colocadas, desde as circunstâncias políticas até a frieza da matemática, indicam ser impossível qualquer outro resultado no segundo turno que não seja a vitória de Jair Bolsonaro.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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