por paulo eneas
Conforme havíamos antecipado em artigo na manhã desse domingo, e também conforme estamos antecipando há mais de um ano no Crítica Nacional, Jair Bolsonaro foi eleito ontem Presidente da República, pondo um fim a cerca de três décadas de predomínio da esquerda socialista-comunista e socialdemocrata no exercício do poder político no país. A vitória abre um período de transição pacífica e constitucional do poder político para as mãos da direita, que dará novos rumos ao destino da Nação.

A vitória da chapa Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão constitui-se no segundo fato geopolítico mais importante do Ocidente nas últimas décadas, ficando atrás apenas da vitória de Donald Trump nos Estados Unidos há dois anos. As implicações geopolíticas da vitória da direita no Brasil nesse domingo são imensas, sendo que a principal e mais imediata será a aceleração da derrocada do Foro de São Paulo, derrocada essa iniciada há cerca de dois anos como já afirmamos aqui meses atrás. 

O processo político que levou à vitória da direita aqui foi semelhante àquele ocorrido na eleição americana: um candidato outsider, desprezado pela grande imprensa e pela elite intelectual esquerdista, conseguiu mobilizar milhões de pessoas de bem, gente comum do povo, que viu na sua figura e na sua mensagem simples e direta a possibilidade de resgatar o país de décadas de uma hegemonia esquerdista imposta pela mordaça do politicamente correto.

Uma campanha de heróis que precisam ser reconhecidos
A vitória conquistada ontem pelos brasileiros precisa ser creditada aos seus heróis, pois uma nação e um povo constituem-se também tendo por referência seus heróis nacionais. Nas últimas décadas a esquerda tentou apagar nossos heróis do imaginário dos brasileiros, transformando nossa história numa história de opressores e oprimidos. Esse ciclo de deformação de nossa identidade nacional imposta pela esquerda irá acabar, e o resgate dos verdadeiros heróis nacionais deverá ser uma das metas a serem buscadas pelo novo governo.

Os heróis da vitória de ontem têm nome e sobrenome e endereço. Começa pelo presidente eleito Jair Messias Bolsonaro, que literalmente arriscou sua vida na missão de resgate da soberania nacional. O Brasil de hoje e de futuras gerações já é devedor do papel heroico desempenhado pelo presidente eleito que, nas suas próprias palavras, sempre enxergou a sua caminhada à Presidência da República como uma missão. Uma missão em favor do país.

O segundo herói dessa jornada é o General Hamilton Mourão, que no momento crítico deu demonstrações inequívocas de lealdade, assumindo um papel central na campanha ao mesmo tempo em que era atacado por todos os lados, inclusive por um setor minoritário da própria campanha que nunca conformou-se em vê-lo como candidato a vice-presidente.

Outro herói de nosso vitória foi o General Eduardo Villas Bôas que, a despeito de sua saúde debilitada, manteve-se à frente do Comando do Exército Brasileiro assegurando que a transição constitucional do poder para a direita ocorresse de maneira pacífica e democrática. No exercício dessa missão, o General Villas Bôas foi injustamente e várias vezes criticado e caluniado, principalmente por aqueles que nunca entenderam a estratégia inteligente e vitoriosa que estava em curso.

O Coronel Enio Fontenelle encontra-se também entre os heróis dessa vitória, pois ele é hoje o  melhor e mais capacitado analista político e estrategista brasileiro. Muitas das análises e previsões acertadas publicadas pelo Crítica Nacional em período recente ancoram-se no trabalho intelectual ímpar desempenhado pelo Coronel Enio Fontenelle. que foi praticamente o primeiro analista político a afirmar com segurança, há cerca de dois anos, que a direita iria vencer a eleição no Brasil.

O professor Olavo de Carvalho em seu longo e incansável trabalho de resgate da alta cultura nacional obviamente figura entre os heróis de nossa vitória. Principalmente pelo fato de muitos dos ativistas e pessoas que estiveram envolvidas no esforço de nossa campanha vitoriosa, incluindo editor desse portal, são alunos do professor Olavo e a ele devem muito de sua bagagem e capacidade de ação e de análise política.

O ciclo do heróis de nossa conquista se fecha com o juiz federal Sérgio Moro, o homem que está à frente da Lava-Jato e que tornou-se referência de conduta ética e correta e de combate à corrupção na esfera de atuação do judiciário.

São esses homens, em suas diferentes esferas de ação, e estimulados e respaldados pela disposição de milhões de brasileiros comuns de mudar os rumos do país e retomar as rédeas da nação, que fizeram do dia de ontem uma das páginas mais felizes de nossa história. E a eles devemos render nossas homenagens. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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