A Independência do Banco Central & A Escolha de Seu Presidente

    Muito provavelmente Ilan Goldfajn permanecerá na presidência do Banco Central ao menos no primeiro ano do Governo Bolsonaro. O próprio presidente eleito já havia antecipado essa possibilidade ainda antes do primeiro turno das eleições, como registramos em notas de há alguns meses aqui no Crítica Nacional.

    O atual presidente do Banco Central é mais alinhado com a escola de pensamento econômico da PUC-RJ e de Harvard e Princenton dos Estados Unidos, distinta portanto da Escola de Chicago, à qual pertence o economista e futuro ministro Paulo Guedes, e que é referência em termos de pensamento econômico para a direita americana.

    A despeito dessas diferenças acadêmicas, a permanência de Ilan Goldfajn à frente do Banco Central é dada como certa por sinalizar para o mercado uma transição suave na gestão da política monetária. Ilan Goldfajn somente não permanecerá à frente do Banco Central no próximo governo se o Congresso Nacional votar ainda esse ano a proposta de independência do Banco Central.

    Segundo fontes do mercado, se a proposta de independência da autoridade monetária for aprovada esse ano, conferindo à diretoria da instituição um mandato fixo não coincidente com o mandato do Presidente da República, o mais provável é que outro nome venha a ser escolhido para chefiar o Banco Central. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


     

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