por paulo eneas
Durante evento no Rio de Janeiro na última sexta-feira, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o Brasil vive um momento “relativamente sombrio”, sem dar detalhes sobre o que ele entende por esta suposta sombriedade momentosa da vida pública nacional.

É fato que o Brasil viveu e ainda sofre as consequências dos reais momentos sombrios que marcaram as décadas dos governos tucanos e petistas. Momentos sombrios que levaram ao aumento exponencial da criminalidade e da violência, e que produziram a destruição da educação pública brasileira por conta da adoção de políticas educacionais progressistas de esquerda e ideologizantes.

Da mesma forma, sombrias foram as décadas tucano-petistas que transformaram o Brasil numa nação pária e em um anão diplomático no cenário político internacional, uma vez que os governos social-democratas e socialistas-comunistas daquele período fizeram de nosso País um financiador de regimes de ditaduras comunistas como as de Venezuela e de Cuba.

Foi no decorrer dessas décadas sombrias que nos tornamos o principal corredor do tráfico internacional de drogas, e o segundo maior mercado consumidor de entorpecentes no mundo. E enquanto esse flagelo nacional transcorria, os governos do período preocuparam-se em promover o aparelhamento ideológico das instituições do judiciário, especialmente o STF.

Um aparelhamento do qual o Sr. Luís Roberto Barroso é uma das expressões mais nítidas e acabadas, por conta de seu ativismo judicial destinado a promover a defessa de legalização do uso de drogas e do assassinato de fetos em nome de supostos direitos das mulheres. O mesmo ativismo judicial da corte que assegurou a permanência em território nacional de um terrorista estrangeiro assassino como Cesare Battisti.

Se Luís Roberto Barroso referiu-se a esses momentos sombrios que descrevemos acima, a referência foi correta mas o tempo verbal não: o Brasil viveu esses momentos sombrios, mas hoje vive a esperança manifestada pelo resultado das urnas de que esses momentos sombrios da hegemonia esquerdista chegarão ao fim a partir de primeiro de janeiro próximo, quando Jair Bolsonaro assumir a Presidência da República. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

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