por paulo eneas
O jornal britânico Financial Times publicou nessa nessa sexta uma matéria dizendo que a América Latina está prestes a a vivenciar uma “experiência fascinante”. Na visão do jornal britânico, essa experiência fascinante seria a possibilidade de comparar o desempenho de dois governos distintos: o futuro governo de esquerda de Andrés Lopes Obrador no México, e o futuro governo de direita de Jair Bolsonaro no Brasil.

O artigo tenta ostentar uma isenção, colocando lado a lado um governo de esquerda e de direita, como se fosse ainda necessário fazer comparações para saber qual dos dois modelos será capaz de produzir resultados mais benéficos para cada respectivo país. A pretensa isenção do Financial Times pressupõe um desconhecimento completo do que foi a experiência real já vivida por milhões de latino-americanos com seus governos de esquerda nas últimas décadas.

Os governos de esquerda latino-americanos do período recente, todos ligados à organização criminosa comunista do Foro de São Paulo, resultaram em comprometimento ou desmantelamento completo das democracias, estagnação e retrocesso econômico, aumento da pobreza, cerceamento das liberdades individuais, e aumento da criminalidade. Todos eles tiverem ou têm ligações, em maior ou menor grau, com o crime organizado e o narcotráfico continental.

Não se trata, portanto de colocar num mesmo patamar de avaliação os futuros governos de esquerda no México e de direita do Brasil. Trata-se isso sim de avaliar quanto tempo será necessário para o povo mexicano perceber o enorme erro que ele cometeu ao eleger um comunista para chefiar aquele país.

Do lado brasileiro, trata-se de avaliar quais serão os desafios e dificuldades que o futuro governo de Jair Bolsonaro irá enfrentar para reverter todo um quadro político-econômico e institucional resultante de cerca de trinta anos de hegemonia esquerdista. Hegemonia essa que resultou na quase destruição do País tanto no campo social e econômico quanto também no político-institucional.

É a partir desses patamares bem distintos que ambos os futuros governos devem ser observados e avaliados, não cabendo portanto igualá-los em um suposto mesmo ponto de partida a pretexto de uma suposta isenção de análise, como fez o Financial Times. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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