por paulo eneas
Pela primeira vez desde a sua criação, o Ministério dos Direitos Humanos estará voltado para o único sentido que pode ter a expressão direitos humanos: a defesa intransigente da vida e da família como núcleo central onde se constrói a identidade e a dignidade humanas.

A indicação da Dra. Damares Alves para chefiar o ministério coloca um fim a décadas em que a pasta dos direitos humanos serviu de instrumento para a agenda ideológica da esquerda. Uma agenda que inclui ataques à família, ataques à infância por meio da apologia da criminosa ideologia de gênero, ataques à propriedade e instrumentalização dos brasileiros indígenas em favor de interesses estranhos à soberania nacional, entre outros.

A indicação Dra. Damares Alves foi a escolha apropriada para fazer com que a política de direitos humanos do Governo Bolsonaro seja aquilo que ela deve ser e sempre deveria ter sido: uma política de defesa da família, de combate à pedofilia e ao assassinato de fetos em nome de supostos “direitos reprodutivos”, da defesa da propriedade e do tratamento digno aos brasileiros indígenas.

A nota dissonante ocorreu durante a entrevista coletiva do anúncio da nova ministra: o deputado federal eleito Julian Lemos fez questão de “aparecer na foto”, como ele sempre faz em todas as oportunidades, sem que ele tenha tido qualquer papel relevante na escolha da nova ministra. O deputado responde a três processos com base na Lei Maria da Penha por agressão a mulheres, e esse fato foi explorado negativamente pela grande imprensa. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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