por paulo eneas
O sexto dia consecutivo de atos terroristas no Estado do Ceará teve explosão de ponte e ônibus incendiados na capital e em cidades vizinhas, o que elevou para mais de uma centena e meia o número de atos de terror praticados pelo crime organizado no Estado. As ações terroristas ocorrem em um ambiente de continuidade da gestão petista que governa o Ceará, uma vez que o governador foi reeleito.

Em não havendo qualquer ruptura nas políticas públicas que sirva de pretexto para essa escalada do terror, fica patente então que esta ação orquestrada do crime organizado visa outro objetivo, que interessa unicamente à esquerda: forçar o Governo Federal a fazer uma intervenção no Estado, o que imediatamente suspenderia a tramitação e votação de emendas constitucionais, como determina a própria Constituição Federal.

Existem grandes expectativas de mudanças com o novo governo federal, mudanças essas que demandam alterações constitucionais. Impedir essas alterações significa paralisar o governo, gerando instabilidade e frustração, tanto na população em geral quanto nos agentes econômicos, criando um cenário que corresponde à única estratégia que resta à esquerda derrotada no campo da luta política. Um cenário que possibilita à esquerda fazer o que ela sempre fez: agir e atuar contra os interesses do País.

Em nosso entender, essa estratégia está óbvia demais para não ser percebida pelos estrategistas do governo, e por isso mesmo não será vitoriosa: o governo federal obviamente irá agir nos marcos legais para debelar a onda de terror no Estado do Ceará. Mas irá fazer isso sem dar às esquerdas aquilo que ela pretendia ter, que é uma intervenção federal que venha a bloquear as mudanças de que o País precisa.

Ainda que agora aliada de modo mais explícito ao mundo do crime, a esquerda será mais uma vez derrotada no seu intento, como o foi nas eleições passadas. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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