por paulo eneas
O episódio da semana passada em que informações não consistentes sobre medidas que estão ainda em estudo e que poderão ou não ser adotadas pelo governo, especialmente na área econômica, reforçou a necessidade imperiosa de o governo escolher um porta-voz o mais rapidamente possível. Além de ter um porta-voz, o governo precisa estabelecer um padrão na comunicação com a grande imprensa e que inclua os seguintes critérios:

a) Evitar a exposição desnecessária da figura do Presidente da República e de seu Vice.

b) Focar a comunicação nas decisões já tomadas e nos meios para implementá-las.

Não faz sentido tratar com a imprensa de medidas que ainda estão em estudo e em análise, e que portanto podem ou não ser adotadas, uma vez que esse tipo de comunicação acaba gerando especulação e obrigando a integrantes do governo a vir a público para prestar esclarecimentos que, por sua vez, podem dar origem a novas especulações.

A função do porta-voz deve ser a de padronizar a comunicação nos termos acima, preservando as figuras do Presidente da República e do Vice, que podem muito bem exercer a disputa junto a opinião pública através das redes sociais, que são o território natural para o embate político no novo cenário criado com a ascensão da direita ao poder.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


 

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